quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A fórmula do Campeonato Brasileiro

Apesar de este assunto estar muito batido aqui vai a minha opinião.
O campeonato por pontos corridos é a fórmula mais justa possível. Sim, há riscos deste perder a “graça”, pois um time pode disparar a frente dos outros; mas quando isso acontece é mérito deste clube, que se preparou, contratou bem e teve força suficiente para que sua equipe não fosse desmantelada no meio da competição. Ou de uma ou duas equipes estarem rebaixadas a 5 rodadas do fim do campeonato.

Acredito que se for para mudar algo na fórmula que seja na questão dos turnos. Explico: Divide-se o campeonato em dois turnos, pois as equipes são totalmente diferentes no 1º e no 2º turno (vide Internacional, Cruzeiro e Flamengo), e ao final do campeonato haveria uma decisão do campeão do 1º turno contra o campeão do 2º turno. E se este clube for o vencedor dos dois turnos ele automaticamente seria o campeão brasileiro do ano.

O Brasileirão de 2009 está emocionante, tanto na ponta de cima quanto na ponta de baixo, e acredito que as pessoas que defendem a volta do “formulismo” mata-mata são as que torcem para times que não tem mais chances de nada mais compensador na competição.

Escrevi isto pelo fato de ter escutado hoje pela manhã na Rádio Gaúcha um renomado colunista da Zero Hora defender a volta do mata-mata.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cinemateca - XI

No último feriadão consegui viajar, fui a Tramandaí visitar minha vó e passar uns dias descansando. Sábado de sol, mas com muito vento; domingo um dia nublado com chuva no final da tarde e uma segunda-feira que começou muito feia, após o meio-dia abriu o sol e foi só alegrias.

Aproveitando estes momentos de descanso e descontração, vi o tão falado filme Marley e Eu.

Olha uma película bem feita, mas que não me surpreendeu, e não, não chorei; ao contrário de minha noiva; talvez seja por que eu não tenha um animal de extimação.

A história é engraçada em que um casal resolve comprar um filhote para “aprender” a cuidar de uma vida, pois um filho não está nos planos. O cachorro cresce, come tudo que tem na casa, vêm os filhos, a depressão pós-parto, a troca de emprego e de casa, e o Marley acaba morrendo.

Um bom filme para uma tarde chuvosa.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Cinemateca – X

Algum tempo atrás vi este filme, mas não fiz comentários sobre o mesmo.
Talvez estivesse ocupado, talvez o TCC; não sei, mas um fato me lembrou deste filme.

Sete Vidas conta a história de Bem Thomas (Will Smith), um homem que devido a um fato do passado quer fazer a diferença na vida de outras pessoas.

Ele seleciona as pessoas que irão receber os seus órgãos com a ajuda de seu médico, que faz todos os trâmites para que isto aconteça.
É claro que a história não é tão simplória assim; no “meio do percurso” do filme acontecem desilusões, brigas, arrependimento, amor, enfim, tudo que um grande filme necessita.

Vale a pena!!!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Cinemateca - IX

Neste último sábado (06/09), em mais uma edição da Cinemateca, assistimos uma película que eu recomendo, e muito: O Grande Truque.

É a história de dois amigos que com o passar dos anos viram grandes rivais. Estes buscam a cada instante o truque perfeito, feito que nenhum mágico conseguiu realizar.

Um belo filme, um pouco truncado no começo, mas com o passar da história o suspense e a curiosidade tomam conta do espectador.

Até agora minha noiva não sabe se Alfred Borden (Christian Bale) tinha um irmão. Ou utilizou os “serviços” da máquina construída para Robert Angier (Hugh Jackman)



quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Numeração fixa e camisas comemorativas

Ontem fui ao Beira-Rio para ver meu colorado em campo. Primeiro tempo ruim, segundo tempo bom.

Mas esse não é o assunto de hoje. Volto a falar sobre a numeração fixa e as camisas dos clubes de futebol que saem dos padrões tradicionais de suas cores.

Vendo o jogo e o ouvindo na rádio Guaíba escutei o grande narrador Aroldo de Souza criticar a numeração de “time de basquete” que o Atlético mineiro utiliza. Este mesmo e sua equipe também criticaram o Sport, que utilizou a sua camisa em tons dourados contra o mesmo Inter.

Agora eu me pergunto qual o implicância destes radialistas/jornalistas com esta prática? Esta colocação se estende também aos profissionais da Rádio Gaúcha e Rádio Bandeirantes.

No futebol de hoje o torcedor quer maior identificação com o seu ídolo, e o número da camisa representativo do mesmo representa uma glória para o fã. Imagina a criança de oito anos usando a nº 10 do D’alessandro ou a 9 do Fernandão. É uma pena que são poucos os clubes que adotam esta medida.
Vale ressaltar que sou contra a numeração muito alta. Explico. Ontem tinha um jogador do Atlético com o número 77, e o Dentinho do Corinthians que usou a 99. Aí já é demais.

Volta a falar sobre as camisas comemorativas.
Estas promovem uma data especial do clube ou representam um “sentimento” do mesmo. E não vejo nada demais o Corinthians jogar com o roxo, o Palmeiras com o Azul e o Sport com tons de dourado; é só uma opção para o torcedor expressar a sua paixão e o seu orgulho, ainda mais que normalmente estas peças são muito bonitas.

E com certeza os clubes não adotarão estes uniformes como titulares; então mídia esportiva do rádio de Porto Alegre, relaxem e curtam o futebol...