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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cinemateca - XI

No último feriadão consegui viajar, fui a Tramandaí visitar minha vó e passar uns dias descansando. Sábado de sol, mas com muito vento; domingo um dia nublado com chuva no final da tarde e uma segunda-feira que começou muito feia, após o meio-dia abriu o sol e foi só alegrias.

Aproveitando estes momentos de descanso e descontração, vi o tão falado filme Marley e Eu.

Olha uma película bem feita, mas que não me surpreendeu, e não, não chorei; ao contrário de minha noiva; talvez seja por que eu não tenha um animal de extimação.

A história é engraçada em que um casal resolve comprar um filhote para “aprender” a cuidar de uma vida, pois um filho não está nos planos. O cachorro cresce, come tudo que tem na casa, vêm os filhos, a depressão pós-parto, a troca de emprego e de casa, e o Marley acaba morrendo.

Um bom filme para uma tarde chuvosa.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Encontro com Orestes...

Hoje, vindo da casa da minha noiva encontrei Orestes no ônibus. Perguntei-me, antes de falar com ele, o que aquele cidadão estava fazendo naquela região da cidade, talvez uma namorada; não namorada não, ele nunca foi de “se amarrar”; acho que a Vó Zica (avó dele) se mudou!

- E aí Orestes, quanto tempo cara...
- O Luzzimar, saudações. Poiss é tchê, tava ali na casa da minha mina!!!
Mina, que mina, ele sempre dizia que namorar era coisa de fraco, de mandalete... o questionei sobre isso.
- Pois é cara, encontrei uma pessoa legal, que gosta de mim e faz almôndegas no almoço de domingo (risos)... gosto muito de almôndegas.
Orestes continua o mesmo, diria que uma espécie de fanfarrão, sempre brincando e fazendo piada da sua própria vida e de seus problemas. Ele continua na pendenga de se emprego, não sabe se pede as contas, se larga tudo de vez. Aconselhei Orestes a arrumar um outro emprego antes de “chutar o balde”...
Parece que as coisas não acontecem com ele, as pessoas não o reconhecem pelas suas competências, é sempre muito criticado pelas suas ações e é difícil de ele receber um elogio. Será uma fase? Ou será que ele tem que se empenhar mais para merecer algo melhor? Será que suas ações são “aprovadas” pelos olhos divinos?
Dilemas não só de meu amigo, mas de qualquer jovem que está em uma fase de transição, onde a maior parte do amadurecimento vem por meio de suas quedas.
Conversamos muito sobre isso, sobre os problemas, sobre os planos, as realizações, desejos e até sobre a palhaçada que nossos deputados estão fazendo ultimamente, bom papo tem esse cara, mas muitos o chamam de louco.
Mas papo vai, conversa vem, chegamos ao destino final de Orestes, ele desceu na parada do hospital de Pronto Socorro, pois trabalha na Avenida Venâncio Aires, apertei a sua mão conforme o cumprimento gaudério e ele se foi... antes disso ele e disse uma coisa que está me fazendo pensar muito:
- Cara, valei pelos teus conselhos, e pode deixar que vou pensar muito nas minhas atitudes. Ah, reflete bem nisso tudo que a gente conversou, pode ser isso que está faltando para mudar algo na tua vida também... Manda um abraço pro Porci e pra Ana, e da-lhe Timão. É ele é corintiano...
Isso ficou na minha cabeça, e durante o resto do percurso até o centro de Porto Alegre, onde é o meu destino final, refleti a nossa conversa... vou mudar a minha estratégia para superar momentos difíceis e posteriormente concretizar as ações para realizar o que planejo/sono/desejo.
Bá, me esqueci de perguntar o nome da ditacuja que Orestes está namorando, mas ele a chamava carinhosamente de Nina; será Carolina? Janaína? Sei lá... o Orestes chama o irmão dele de Pedro, sendo que o nome registrado de seu brother é Marcos; vá entender essa peça!!!