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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Numeração fixa e camisas comemorativas

Ontem fui ao Beira-Rio para ver meu colorado em campo. Primeiro tempo ruim, segundo tempo bom.

Mas esse não é o assunto de hoje. Volto a falar sobre a numeração fixa e as camisas dos clubes de futebol que saem dos padrões tradicionais de suas cores.

Vendo o jogo e o ouvindo na rádio Guaíba escutei o grande narrador Aroldo de Souza criticar a numeração de “time de basquete” que o Atlético mineiro utiliza. Este mesmo e sua equipe também criticaram o Sport, que utilizou a sua camisa em tons dourados contra o mesmo Inter.

Agora eu me pergunto qual o implicância destes radialistas/jornalistas com esta prática? Esta colocação se estende também aos profissionais da Rádio Gaúcha e Rádio Bandeirantes.

No futebol de hoje o torcedor quer maior identificação com o seu ídolo, e o número da camisa representativo do mesmo representa uma glória para o fã. Imagina a criança de oito anos usando a nº 10 do D’alessandro ou a 9 do Fernandão. É uma pena que são poucos os clubes que adotam esta medida.
Vale ressaltar que sou contra a numeração muito alta. Explico. Ontem tinha um jogador do Atlético com o número 77, e o Dentinho do Corinthians que usou a 99. Aí já é demais.

Volta a falar sobre as camisas comemorativas.
Estas promovem uma data especial do clube ou representam um “sentimento” do mesmo. E não vejo nada demais o Corinthians jogar com o roxo, o Palmeiras com o Azul e o Sport com tons de dourado; é só uma opção para o torcedor expressar a sua paixão e o seu orgulho, ainda mais que normalmente estas peças são muito bonitas.

E com certeza os clubes não adotarão estes uniformes como titulares; então mídia esportiva do rádio de Porto Alegre, relaxem e curtam o futebol...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

100 anos de Gre-Nal

No próximo domingo acontecerá o clássico que comemora os 100 anos do Gre-Nal.

Este jogo, que não é apenas uma partida, mas sim uma verdadeira “guerra” dentro das quatro linhas, onde os times se equiparam nas qualidades e onde não há um favorito.

Aproveitando este evento a direção dos dois clubes poderia realizar alguma ação de marketing para a promoção deste jogo, mas não há notícias sobre qualquer tipo de promoção vinda do departamento afim.


Logo que fiquei sabendo que este ano se comemorava esta data pensei na realização do jogo com os clubes vestindo as mesmas camisas do primeiro clássico, lá em 1909. Mas pelo jeito as direções não se mexeram e perderam uma grande oportunidade para vender mais camisas.


Falando nisso no dia 27/01/2008 Ceará e Fortaleza se enfrentaram no Castelão, e estes estavam usando uma réplica da primeira camisa usada por cada clube, o Ceará se chamava Stella e o Fortaleza o Rio Branco.


Fonte das fotos: www.minhascamisas.com.br