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quarta-feira, 14 de abril de 2010

O futebol e suas diferentes paixões

O futebol desperta muitas paixões e de diferentes formas no ser humano, principalmente nos homens. Uns são capazes de matar o próximo pelo clube em uma simples disfunção da irracionalidade humana, outros são capazes de ficarem dias mal humorados pelo fato de seu time ter perdido (que é o meu caso), muitos gastam o que podem e o que não podem para acompanhar o seu time pelo mundo, e outro grupo coleciona as camisas de seu clube e a de outros clubes.
Para muitos uma coleção de camisas não passa de panos velhos, muitas vezes com vários fios puxados e com seu tecido amarelado. Mas a sensação de ter a camisa daquele craque que fez história, ou então aquela que foi uma edição limitada... é realmente difícil descrever.
Em minha pequena coleção tenho algumas peças do Colorado, uma camisa da Seleção de Camarões, da Seleção do Uruguai, além da do Flamengo (pode ver a minha coleção aqui); mas infelizmente não consigo usar a do Mengo e a do Palmeiras, apesar de serem belas peças. De uns tempos pra cá me deu algo que não tenho vontade de colocar uma camisa de algum outro clube brasileiro. Amor pelo time? Sim. Bairrismo? Não sei, mas algo não me deixa vestir estas duas peças...
Penso futuramente em colecionar camisas dos clubes do interior gaúcho, talvez até usasse as peças (menos a do Juventude, é claro), pelo fato de simpatizar com alguns times, mas a paixão dos torcedores é algo indescritível...

E para quem se perguntou se isso foi um desabafo... sim acertou, foi um desabafo.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Numeração fixa e camisas comemorativas

Ontem fui ao Beira-Rio para ver meu colorado em campo. Primeiro tempo ruim, segundo tempo bom.

Mas esse não é o assunto de hoje. Volto a falar sobre a numeração fixa e as camisas dos clubes de futebol que saem dos padrões tradicionais de suas cores.

Vendo o jogo e o ouvindo na rádio Guaíba escutei o grande narrador Aroldo de Souza criticar a numeração de “time de basquete” que o Atlético mineiro utiliza. Este mesmo e sua equipe também criticaram o Sport, que utilizou a sua camisa em tons dourados contra o mesmo Inter.

Agora eu me pergunto qual o implicância destes radialistas/jornalistas com esta prática? Esta colocação se estende também aos profissionais da Rádio Gaúcha e Rádio Bandeirantes.

No futebol de hoje o torcedor quer maior identificação com o seu ídolo, e o número da camisa representativo do mesmo representa uma glória para o fã. Imagina a criança de oito anos usando a nº 10 do D’alessandro ou a 9 do Fernandão. É uma pena que são poucos os clubes que adotam esta medida.
Vale ressaltar que sou contra a numeração muito alta. Explico. Ontem tinha um jogador do Atlético com o número 77, e o Dentinho do Corinthians que usou a 99. Aí já é demais.

Volta a falar sobre as camisas comemorativas.
Estas promovem uma data especial do clube ou representam um “sentimento” do mesmo. E não vejo nada demais o Corinthians jogar com o roxo, o Palmeiras com o Azul e o Sport com tons de dourado; é só uma opção para o torcedor expressar a sua paixão e o seu orgulho, ainda mais que normalmente estas peças são muito bonitas.

E com certeza os clubes não adotarão estes uniformes como titulares; então mídia esportiva do rádio de Porto Alegre, relaxem e curtam o futebol...