quarta-feira, 6 de abril de 2016

Aprendendo liderança com Claudio Ranieri

Ser líder de um setor em uma empresa é uma tarefa complicada de se cumprir. E agora se você se tornasse o líder do produto mais rentável da mesma? E esta estivesse em uma situação bem complicada? 
É o que Claudio Ranieri, técnico do modesto Leicester City Football Club, foi contratado para fazer. No começo o desafio era que o clube não fosse rebaixado na temporada atual do campeonato Inglês de futebol, pois seria um ano importante para que o clube recém promovido a primeira divisão, onde as contas entrariam "no azul" e o planejamento estabelecido poderia dar continuidade. Agora o desafio é manter o primeiro lugar e conquistar o inédito título do campeonato.

Mas como ele fez isso?
Usou os conceitos acadêmicos de liderança para que o objetivo fosse cumprido:
  • "A liderança deve ser permeada por uma mesma linguagem e linha de pensamentos e ações para fazer-se cumprir positivamente". ( MAXIMIANO ,1990 p. 273)
  • "A liderança é necessária em todos os tipos de organização humana, principalmente nas empresas e em cada um de seus departamentos". (CHIAVENATO (1983, p. 125)

Jogadores foram garimpados nas divisões inferiores da Inglaterra e da França. Ele estabeleceu um método de trabalho em que fosse aliado a psicologia e treinos táticos, explorou as capacidades técnicas de cada jogador, alinhou a comunicação entre a comissão técnica e os jogadores e deu autonomia para que as lideranças dentro de campo fossem afloradas.

Confira abaixo trechos que retirei do excelente site Trivela sobre a entrevista concedida por Claudio Ranieri a The Players Tribune, que elucidam estes conceitos utilizados: 

“Nós começamos a temporada muito bem. Mas nosso objetivo, eu repito, era salvar o clube do rebaixamento. Nos primeiros nove jogos, nós estávamos ganhando, mas estávamos sofrendo muitos gols. Nós tínhamos que marcar dois ou três gols para vencer cada jogo. Isso me preocupava muito”.
“Antes de cada jogo eu dizia: ‘Vamos lá, rapazes. Sem levar gols hoje’. E nada de não levarmos gols. Eu tentei todo tipo de motivação. Então, finalmente, antes do jogo contra o Crystal Palace, eu disse: ‘Vamos lá, rapazes. Eu ofereço uma pizza se vocês não levaram gols'”.
“É claro que os jogadores não levaram gols contra o Crystal Palace. Foi 1 a 0. Então eu mantive a minha palavra e levei os jogadores à Pizzaria Peter na Praça de Leicester City. Mas eu tinha uma surpresa quando nós chegamos lá. Eu disse: ‘Vocês tem que trabalhar para tudo. Vocês trabalham pela sua pizza também. Nós iremos fazer a nossa’. Então nós fomos à cozinha com a massa, o queijo e o molho. Nós fizemos a nossa própria pizza. E foi muito bom também. Eu comi muitos pedaços. O que eu posso dizer? Eu sou italiano. Eu amo pizza e pasta”, escreveu ainda 

                        

sábado, 21 de novembro de 2015

Está bonita a batalha das rádio pela audiência no Gre-Nal do próximo domingo

Amanhã teremos o maior clássico de futebol do país (título dado pelos próprios gaúchos), o Gre-Nal de número 407, e para tanto as maiores rádios do estado estão preparando diversas atrações para data. 

Rádio Gaúcha está fazendo pela segunda vez uma parceria com a Atlântida para tornar o momento mais interessante e próximo do público jovem. Está utilizando também o seu principal narrador, Pedro Ernesto, como sendo o centro das atenções da rádio, o intitulando de "O Homem Gre-Nal", o que eu acho válido, pois uma empresa tem que valorizar os seus produtos e funcionários, apesar de achar que ele é melhor apresentador de programas do que narrador de futebol.

Já a Rádio Guaíba , que segundo o IPOBE é a segunda mais ouvida no estado, preparou para o clássico como atração principal a estreia de Marco Antônio Pereira, que saiu da Gaúcha para fazer parte do time da Guaíba. Marco Antônio já participava dos programas de debates e de outros esportivos, mas nas narrações será a sua estréia.
A contratação da Guaíba vai tirar muitos ouvintes da Gaúcha nas jornadas esportivas, pois o time de narradores da mesma está excelente, já na Gaúcha, está com bons narradores, mas poucos com "cancha".

Quem vai ganhar com tudo isso? Eu e os amantes do rádio!!!

Espero que o Gre-Nal de amanhã seja de muito competitivo dentro do campo, entre as rádios e de confraternização e paz entre os torcedores.






sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Quando me tornei pai

Estou grávido de minha primeira filha. Grávido? Sim, grávido.


Desde a descoberta da chegada da Sofia em maio deste ano, a minha vida e da minha esposa se transformaram. Tudo começou a girar em torno do bebê, as conversas, as compras, as festas de famílias, absolutamente tudo.
Vi durante estes meses o contato e a parceria da minha esposa e a Sofia, algo incrível, que somente Deus poderia ter feito. Mas e o pai? Muitos especialistas e já pais, dizem que só se sente como tal quando pega a criança nos braços. E eu? 

Imaginei que comigo seria da mesma forma, mas com 18 semanas tudo mudou. Aproximei minha mão na barriga da Ana, falei algumas palavras e senti ela se mexer. Aquele momento foi mágico. O que senti foi incrível, algo que nunca tinha sentido antes. Comecei a chorar na hora e a falar com ela. 

Neste momento me senti pai, me senti responsável por aquela vida, os medos e inseguranças passaram por minha cabeça durante a noite e fui dormir muito tarde! 
Ao acordar abri a bíblia e li Isaias 41.10: Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.

Esta palavra me deu muita tranquilidade, e percebi que o que minha filha precisará é somente do meu amor, do meu tempo e do meu carinho. Ela precisará que eu seja PAI. Portanto você que é ou quer ser pai, aproveite, ensine, aprenda com sua filha/seu filho.

Vale a pena ver esse vídeo abaixo do Marcos Piangers no TEDX Unisinos



sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Um desejo: minimizar as anulações de gol


Seu time de futebol está atacando, o meia esquerda "estica" a bola na ponta pro lateral; ele olha, cruza na área e o seu centroavante da um voleio certeiro pra dentro das redes, deixando o goleiro sem reação.
O artilheiro sai correndo em direção a torcida, seus companheiros o abraçam, a felicidade toma conta dos torcedores, que vibram intensamente com o orgasmo do futebol e... O assistente não corre pro meio de campo; ergue a sua bandeira marcando impedimento, o juiz balança a cabeça anulando o gol.
Os jogadores terão que fazer tudo novamente para tentar chegar ao objetivo.
É assim o meu sentimento quando faço um retrabalho. Quando algo na empresa ou na vida pessoal não é bem planejado, onde as fraquezas e ameaças da atividade não foram bem avaliadas, quando a tarefa tem algum vício ou não é apresentada com clareza. Há vezes que tu "dá todo o teu gás", faz um trabalho de excelência que não é aprovado ou surge o pedido de modificações, onde tu sabes que não vai ficar bom, tu sabes que será necessário fazer novamente; tu sabes que custará mais caro, mas da mesma forma atende o pedido.
Cada vez mais penso em ser um construtor de jogadas, o articulador que administre e "pife" jogadores pra marcar gols, o armador do basquete, o fixo do futsal; alguém que ajude profissionais a baterem suas metas, para não depender de atitudes retrógadas e para minimizar as anulações de gol e as frustações da torcida. 
 
 
 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A gargalhada dela fez a diferença no meu dia

Estamos vivendo dias difíceis. Os impostos aumentam, a insegurança cresce, o custo de vida está atrelado ao dólar (sim, o pãozinho nosso de cada dia é atrelado ao dólar) só sobe, as guerras se multiplicam e as pessoas estão vivendo cada vez mais para si. Em dias assim, pequenas ações podem fazer grande diferença na vida das pessoas, um muito obrigado, um aceno, um estender de mão, um sorriso mudam o dia, as atitudes e a corrente do bem se multiplica.
Hoje, 06:45 da manhã, chuva intensa em Porto Alegre, estava indo subir no ônibus para me deslocar pra fisioterapia, quando escorreguei e me "estabaquei" no chão. Vi que o motorista queria me ajudar, só acenei pra ele que não ia subir e me levantei todo sujo de barro. Voltei pra casa louco da vida, querendo xingar todo mundo, quando a minha linda esposa me perguntou o que tinha ocorrido. Virei de costas e escutei a melhor e maior gargalhada da história.
 
 
Aquele sorriso largo mudou o meu dia.  Fiquei desconcertado e comecei a rir com ela.
O que era pra ser um dia difícil, cinza, se tornou leve, proveitoso e está fazendo diferença na minha vida.
Isso me fez pensar que reclamamos de coisa pequenas que atrapalham nosso planejamento, e que se dermos muita importância pra isso é capaz de se tornar decisivo em nossas atitudes e comportamento.
Leve a vida mais leve, faça a diferença na vida das pessoas , seja um bom exemplo, entregue suas preocupações nas mãos de Deus e aproveite o dia que Ele proporcionou pra você.
 


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Eu e Argel em 1994

O ano era 1994 e eu estava debruçado na minha mesa de futebol de botão jogando um Inter x São Paulo em uma fictícia final de campeonato. O São Paulo era o time da década, tinha perdido a final da Libertadores daquele ano para o Velez e o meu Inter estava mal, não se classificou para as quartas de final do Campeonato Brasileiro, foi eliminado também nas quartas pelo Ceará, e o que salvou foi o Gauchão daquele ano.
O time era bom, mas não "deu liga". Neste se destacava um jovem zagueiro com muita personalidade, que "sabia bater" (eu que nunca tive muita habilidade me identificava com o jogador). Argel. Ele foi meu ídolo futebolístico do Inter até a vinda de Carlos Gamarra, admirava a sua garra, a sua dedicação em campo e o prazer que ele tinha em vestir a camisa do colorado. Agora é técnico do clube de seu coração. Tomara que dê certo a sua contratação. Será muito difícil, mas como disse Winston Churchill: 
"O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; 
o otimista vê oportunidade em cada dificuldade".


Segue um dos poucos gols que Argel fez no Inter:






sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Enfim tenho uma camisa do Esporte Clube Cruzeiro

Enfim tenho uma camisa do Esporte Clube Cruzeiro!!! Não, não o famoso Cruzeiro de Belo Horizonte, e sim do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre (que está de "mudança" para Cachoeirinha).



Algum tempo atrás fiz uma postagem falando da minha admiração por este clube, pois passei parte dos domingos da minha infância jogando bola atrás do gol. É o meu time de bairro¹, e só agora consegui compra uma camisa deste.

As peças são feitas pela Super Bolla e são de boa qualidade!!!





¹Time de Bairro: no Brasil não é muito comum existir essa divisão de times por bairros, e sim por cidade. Acredito que haja somente o Juventus-SP da Mooca que representaria esse time de bairro.
Na Argentina quase todos torcem para o time que representa o local onde se mora, e tem como clube principal o clube do coração e que disputa as primeiras divisões e competições internacionais.





domingo, 14 de dezembro de 2014

Onde está o distintivo do clube?


Onde está o distintivo/símbolo do clube na camisa abaixo?


A pergunta escrita acima foi a que me fiz neste domingo após o almoço, no meio da "lagarteada*" quando comecei a assistir o jogo entre o Guingamp (En Avant de Guingamp - Algo como Pra frente Guingamp) e o PSG.
Pois bem, no meio dos que apreciam futebol, e principalmente o mundo das camisas, os clubes médios da França são famosos por seus diversos patrocínios em suas camisas, parecendo mesmo um "macacão de Fórmula 1", e o EA Guingamp não foge desta característica. 
Tive que olhar algumas vezes pela TV onde a patrocinadora de material esportivo, Patrick, tinha colocado o distintivo do clube. E sim, eles o colocaram no meio da camisa na altura do peito. Mas não é algo redondo, ou com um desenho elaborado cheio de curva, é sim um retângulo. Sim amigos, um inusitado retângulo, conforme vocês podem ver abaixo:



Você tem que olhar bem a imagem para perceber que existe o distintivo, algo que representa a instituição, a representação máxima de um clube. Mas em um lugar que não existe uma padronização ou regra para colocação dos patrocínios (como existe na Inglaterra e nos Estados Unidos) essas situações vão se repetir e a camisa do clube perde totalmente a sua identidade.

E o Guingamp venceu por 1 a 0 o grande PSG, o que foi a primeira derrota do clube no campeonato francês.


*Usamos esta expressão aqui no Rio Grande do Sul quando estamos "descansando" após o almoço ou sentados ao sol.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O futebol também é história: Homenagem do Millwall F.C.

O futebol é repleto de histórias apaixonadas e emocionantes, por isso que os clubes arrastam multidões.
No brasil não é muito comum, mas em grandes cidades de outros países os clubes representam seus bairros, e seus moradores apoiam estes independentemente de títulos e dinheiro.
O Millwall F.C é um dos tantos  clubes de Londres e que carrega muita bagagem histórica desde a sua fundação. Para homenagear parte desta, lançaram uma terceira camisa com o tema "We Remember". O intuito é agradecer aos soldadas que se feriram e defenderam o país nas guerras. A camisa será utilizada no jogo contra o Brentford, no dia 8 de novembro (data de 100 anos do início da Primeira Guerra Mundial) pela segunda divisão da inglaterra.


Esse é um dos tantos exemplos que os clubes podem trabalhar o orgulho e a história do clube com o torcedor. Infelizmente existem poucas ações deste tipo em nosso país, mas estamos caminhando a passos largos para chegar a ações bem pensadas como esta, pois os departamentos de Marketing estão obtendo uma profissionalização cada vez mais rápida e crescente.

Inspiração deste texto veio a partir da publicação do excelente site Tivela.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Ressaca do dia 05 de outubro


Hoje tenho uma consciência política bem maior do que eu tinha há 6 anos atrás, acredito que cresci neste aspecto quando comecei a me informar sobre o assunto e me interessar pelo que realmente os políticos faziam. Desde então prezei pelo voto em quem trabalha em favor da sociedade, quem relativamente tem preparo para tal fim e não tem nenhum interesse em autopromoção.

Digo isso pelo fato de ter ficado indignado com a eleição de alguns candidatos a Deputado Estadual que sem nenhum preparo e com muito apoio financeiro e exposição na mídia e em nichos específicos, conseguiram sua eleição.

E o vídeo* abaixo resume tudo o que escrevi.

*Vídeo do blog La Urna do ClicRBS: http://wp.clicrbs.com.br/laurna/?topo=13,1,1,,1,13 


Espero que no caso do Jardel ele se “descubra” pra política, que possa sim “se ocupar” e que possa fazer um trabalho sério e com convicções.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Te machucou de novo meu filho? Tu sai inteiro e volta todo quebrado!

Quem nunca chegou do futebol em casa e se deparou com a frase: Te machucou de novo meu filho?
Ou quando é a sua esposa/namorada que te espera em casa: Tu sai inteiro e volta todo quebrado!
Sim mulheres, jogamos futebol e voltamos quebrados; uns mancando, outros roxos, e outros posteriormente enfaixados. E por que disso? Simples, nós estávamos lutando para ver quem era o melhor, lutando pela nossa "sobrevivência" dentro do campo/quadra. É assim que funciona a mente dos homens, pois aqueles minutos correndo atrás de uma bola é simplesmente a coisa mais importante do mundo, e não, vocês mulheres nunca entenderão.

Deve ser o mesmo sentimento quado vocês estão dentro de uma loja em liquidação!

Este texto é um desabafo, pois a foto abaixo causou uma certa repercussão no Facebook:


Das 16 pessoas que jogaram futebol naquela tarde de domingo, 4 se machucaram com uma certa seriedade, um na mão, outro no tornozelo, outro no cotovelo e outro na panturrilha; fora os outros que ficaram com dores no corpo, mas foi divertido e o Gre-Nal deu empate.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Relato: Imagina na Copa


Voltei a escrever no blog, algo que pretendo que seja rotineiro, e para falar de algo que 99,9% dos brasileiros já sabiam: NOSSO PAÍS NÃO ESTÁ PREPARADO PARA RECEBER OS ESTRANGEIROS.

Hoje a tarde estava em frente ao Banco do Brasil esperando meus amigos Fernando e Jader para almoçar, e escutei uma conversa alta e em outra língua. Me aproximei e vi um senhor com um abrigo do Canadá "trancado" na porta giratória de entrada do banco, pois ele estava levando um guarda-chuva. Do outro lado da porta de vidro estava o segurança do banco tentando se comunicar, aos berros, com o senhor. Me aproximei e disse a este atleta o que ele deveria fazer: colocar o guarda-chuva e os materiais de metal na caixa específica; provavelmente este senhor foi retirar dinheiro resolver algo, pois o Banco do Brasil é um dos parceiros do Mundia Master de Atletismo.

Este meu relato não é para me vangloriar por saber falar uma língua estrangeira, mas para alertar algo que todos já sabíamos - QUE NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA RECEBER O TURISTA.

Agora a noite estava na parada de ônibus, no bairro Menino Deus, voltando da minha aula de inglês quando vi um grupo de alemães perdidos em plena avenida Getúlio Vargas, onde iam de um lado para o outro, mesmo com um mapa na mão, procurando algum restaurante para jantar. Me aproximei deles e perguntei se poderia ajudar com alguma coisa; e realmente eles estavam procurando algum restaurante. Isso eram 20:15 e muitos restaurantes na avenida estavam fechados. Expliquei que normalmente neste dia os restaurantes fecham e indiquei uma pizzaria.

Mas fiquei mais espantado foi com a falta de sinalização do nomes das ruas, das placas de indicação de trânsito, pois eles a todo momento olhavam para as esquinas e para cima procurando algo que indicasse o local e com a falta de consideração das pessoas que não paravam para tentar ajudar. 
Esta cena que contei acima se repete no centro da cidade de Porto Alegre, onde inúmeros senhores e senhoras andam com o seu mapa na mão tentando descobrir onde ficam os locais. 

É claro que o Mundial Master de Atletismo é um grandioso evento, que se encerra dia 27/10, mas nós não estamos preparados para atender o turista, seja ele inglês, alemão, finlandês ou chileno.










segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Night Run Fila - 10Km

No dia 27 de outubro participei da minha primeira prova noturna, e mais uma vez tive como companhia a minha amiga Tina e de equipe de apoio a minha esposa Ana Carolina. Como era uma corrida noturna tentei não fazer muito esforço durante o dia da prova, mas enfrentei uma feira e fui ao jogo do Inter contra o Palmeiras. Após a partida fui direto a arena montada no Parque Marinha do Brasil.
Estrutura:
O local da prova foi muito bem escolhido, pois como é um parque há enormes espações para instalação da estrura. Como se tratava de uma corrida noturna efeitos de luzes e iluminação no póstico de largada e chegada não faltaram:

Havia um palco bem montado com a banda Nacional Kid , as barracadas das equipes de corrida, dos patrocinadores, de retirada do chip, do guarda volumes e da alimentação pós-prova. Os banheiros, que sempre são um grande problema, ficaram afastados do grande público, mas em um número deficitário o que gerou filas minutos antes da largada. Em geral a praça de largada e chegada estava muito boa.
Concentração

Local dos banheiros químicos

Palco
 
Equipes de corrida
 
 Guarda volumes


Alimentação após a prova

Equipe médica

Local da largada



Percurso:
Foi a minha segunda corrida de 10km, sendo a primeira noturna, e a mina expectativa era que o percurso inteiro fosse bem iluminado.
Largamos na atura da pista de skate do Parque Marinha do Brasil em direção a Usina do Gasômetro, e como sempre os três primeiros quilômetros são de muita gente correndo em um bolo só. Ao chegar perto da Usina do Gasômetro fizemos o retorno para voltar ao parque, e neste local tinha uma estrutura com luzes e DJ para animar o pessoal,  o que achei muito legal. Os postos de hidratação foram bem distribuídos, mas não havia a indicação destacada de onde eles se encontravam.
Estava bem empolgado nos primeiros cinco quilômetros, pois a corrida estava sendo muito boa em si, mas após passar o pórtico de chegada comecei a perceber que a dificuldade iria aumentar.
Na prova de 10Km passamos pela chegada (dos 5km) e seguimos até o final da avenida Beira-Rio e voltaríamos até a pista de skate (local da chegada), até aí tudo bem; só que a partir do sexto quilômetro não havia iluminação na via, sim ela está em obra, mas isso não é desculpa. Sem iluminação não conseguia ver direito onde estava pisando, e nem o percurso, só conseguia enxergar um pouco a frente, claro que isso acarretou “na entrada em diversos buracos”. Os postos de hidratação foram iluminados pelos faróis das motos e dos carros da equipe de apoio.
Foram quatro quilômetros de cuidados com o piso e com os outros corredores, na real foi TERRÍVEL.
Desempenho:
Como correr depende de alguns fatores, e um deles é o emocional, não consegui baixar o meu tempo, fiz o percurso em 57:03min, um minuto e trinta segundos acima da última prova. Estava com dores no tornozelo e durante a prova senti a panturrilha esquerda, até pensei em desistir, mas como diz o frasista: o sofrimento é passageiro, mas desistir é para sempre.
Como não enxergava o percurso também diminuí o ritmo, pois a falta de iluminação  representava uma certa insegurança e deixou os participantes dos 10Km indignados.
 
Fiquei feliz por ter finalizado o percurso, pela Tina ter conseguido baixar o seu tempo e por meu Amor estar comigo em mais esta. Ela prometeu que na próxima correremos juntos, quem sabe na mesma prova!!!!
Eu e a Tina após a prova
 
Foto clássica
Vou treinar para na próxima baixar dos 55 minutos, esta é minha meta a partir de agora.
Até a próxima.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Corridas de rua - 2ª Etapa Circuito Athenas 2012


No último domingo participei 2ª Etapa Circuito Athenas, dessa vez busquei um novo desafio, enfrentar os 8km para trocar de vez os 5km pelos 10km.

Fiz algumas constatações sobre a prova e separei em três tópicos para facilitar. Não quero aqui “me sentir” um especialista em corridas de rua, mas como sou praticante e consumidor das marcas que promovem os eventos de corrida, me sinto preparado pra falar sobre a estrutura, o percurso e a corrida em si.

Estrutura:

A estrutura da prova ficou um pouco a desejar. No loca de chegada e largada estava tudo em ordem, barracas das equipes bem distribuídas na Praça Itália, local para alongamento, pódio, equipe médica. Duas coisas deixaram  a desejar. Uma foi a quantidade de banheiros químicos, pois foi insuficiente para quantidade de homens participantes e a outra e mais importante foi o local de largada, avenida Praia de Belas, onde achei muito estreito e havia vários “buracos” nas grades de proteção onde os apressadinhos furavam afila de largada.

Percurso:

Havia três tipos de quilometragem, a de 4km, 8km e 16km. O meu percurso passava por dentro do Parque Marinha do Brasil, atravessava a administração do parque e chegava na Av. Beira-Rio passava pela Av. Padre Cacique até a chegada na Av. Praia de Belas. O problema que alguns atletas não identificaram o percurso correto e tiveram que correr alguns quilômetros a mais. Havia sinalização correta através de placas e o pessoal de apoio (alunos do CPOR-POA) indicando o caminho correto, mas a demarcação estava um pouco confusa e dividíamos a pista com os carros (eles tinham uma das três partes da via liberada para tráfego), mas claro que devidamente separado.

A corrida:

Como era minha primeira prova com esta quilometragem não sabia como meu corpo iria se comportar, então estipulei fazer em 46 minutos.
Costumo controlar a minha frequência cardíaca e a partir dela aumentar ou diminuir meu ritmo e como ela se apresentou um pouco alta decidi diminuir meu ritmo, tanto que quando cheguei ao quinto quilômetro e cronômetro bateu em 27:48min, aí o psicológico bateu forte, pois este tempo é quase dois minutos do que estou acostumado a fazer em meus treinos. Talvez eu estava ansioso por acabar a corrida e ver se iria aguentar, mas sei que nos três quilômetro que ainda faltavam apertei o passo e a frequência acabou diminuindo um pouco e consegui chegar ao final “sobrando” com o tempo de 44 minutos e 18 segundos. Fiquei feliz e agradeci a Deus pela conquista.
Reparei que meu corpo não apresentou maiores reclamações durante a prova, apesar de minhas pernas parecerem que iam pegar fogo, algo que me leva a crer que posso chegar aos 10km em seguida.
 




OBS: da próxima vez vou tirar mais fotos dos pontos que elenquei para exemplificar melhor. Algumas fotos podem ser encontradas na página do Facebook da Iguana Sports

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Quando nós tomamos um tapa na cara de Deus

Diferente o título da postagem não? É, mas foi isso que aconteceu comigo na última segunda-feira (08/08) pela manhã.


Estava indo trabalhar após um belo banho de chuva e de resolver alguns problemas na reforma que eu e minha esposa estamos fazendo em nossa primeira moradia, quando no auge de minha irritação adentra no ônibus o Vilmar (leia mais da história deste abençoado por Deus aqui), com toda a sua simpatia, sua palavra de incentivo e de fé. Na mesma hora me culpei por aquilo que eu estava sentindo, pois eu não podia reclamar dos fatos, estou fazendo uma reforma no meu apartamento, onde tenho plenas condições físicas e mentais para realizar este processo, e o Beleza, deficiente visual, estava feliz da vida que era uma segunda-feira de muita chuva e estava agradecendo a oportunidade que Deus estava lhe dando de trabalhar e de viver mais um dia.

Tudo de novo na vida é difícil para assimilar mais fácil de aprender e posteriormente de resolver!!! Obrigado Deus por este tapa na cara!!!


“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astro no mundo.” Filipenses 2.14-15

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um cliente satisfeito volta sempre!!!

Quando se tem um relacionamento, cria-se uma situação de ganha-ganha na qual ambas as partes deve ganhar algo, e só vai continuar se as partes envolvidas sentirem-se integradas deste processo. Gummesson (2005).

Philip Kotler (2001, p. 70) afirma: “A chave da retenção de clientes é a satisfação de clientes”.

Stone; Woodcock (1998) o custo de reter os clientes existentes é muito menos do que adquirir novos consumidores, pois suas necessidades já foram identificadas e sanadas. Se a empresa tiver sucesso neste aspecto a manutenção da fidelidade do cliente acaba trazendo benefícios adicionais.

As citações acima refletem o sentimento que tive a uma hora atrás, quando minha esposa me entregou meu relógio da marca Touch pronto para o uso.

Na última terça-feira acabou por quebrar uma peça que une o relógio a pulseira, e na mesma hora lembrei que ao ganhar o bem o vendedor me afirmou que a garantia era vitalícia, e na realidade não levei muita fé no que este me disse. Mas hoje minha esposa levou o relógio até o quiosque da marca onde trocaram a peça sem pestanejar. E o que isso tem de novo? Eles simplesmente ganharam um cliente para a vida toda, pois tive a atenção necessária sem pedir; só resolveram o meu problema.

Estou muito satisfeito com a marca e recomendo os seus relógios, pois a qualidade é muito boa e o preço é totalmente acessível. E para finalizar, uma citação do “gurú” do Marketing, Philip Kotler (2008): marketing é entregar para o cliente aquilo que ele deseja satisfazendo a sua necessidade.


OBS: os trecho onde estão as citações retirei de meu trabalho de conclusão.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Enfim a casa própria

Após muita luta e muita decepção com a compra de um imóvel na planta, como relatei na postagem anterior, eu e minha esposa realizamos o sonho da casa própria, financiada, mas casa própria.



Procuramos por muitos meses e visitamos diversos imóveis, e por uma obra de Deus fechamos negócio com um imóvel que não temos de fazer qualquer reforma, só uma pintura e uma troca de piso. O processo foi rápido, durou uns trinta dias entre assinatura com a Caixa e o recebimento das chaves. É claro que tivemos que pagar seguro, taxa de financiamento, ITBI, registro de imóveis, mas enfim, agora o imóvel é nosso.


No último sábado eu e minha esposa arrancamos o piso e com a ajuda do meu irmão carregamos as caixas com o laminado do térreo até o 5º pelas escadas... abaixo algumas fotos destes momentos:














quarta-feira, 1 de junho de 2011

Imóvel na planta: tome cuidado. O meu relato de frustração

Começo a postagem de hoje com esta frase: “Sonhar é pensar com insistência, é imaginar aquele objetivo com a certeza de que o dia de realizá-la vai chegar”.
Frase retirada da página 31, edição de nº 6, ano XIII da revista Goldnews produzida pela Goldsztein Cyrela.

A casa própria é um sonho para maior parte dos brasileiros, e eu e minha esposa começamos a trilhar este caminho em 22 de dezembro de 2008. Nesta data assinamos o contrato de compra e venda do apartamento 206 do empreendimento The Sun, situado a rua Dr. Barcelos, 2434 e construído pela Goldsztein Cyrela (Living). Um sonho que estava começando a se tornar realidade, pois casaríamos em outubro de 2010 e entraríamos em fevereiro de 2011 na nossa casa, por contrato, no mais tardar em abril do mesmo ano. E é aí que começam os problemas.

Problema 1 - Pagamos todas as parcelas antecipadamente para não criarmos nenhum tipo de problema e ao final do período proposto nem sinal dos prédios ficarem prontos. Desconfiados fomos atrás da empresa para saber o que estava acontecendo, pois já estávamos casados e loucos para entrar em casa. A informação dada foi que o mesmo atrasaria até julho. Imaginem o que passou pelas nossas cabeças... mais três meses de espera não!!!!! Após muitas pesquisas na internet, principalmente nas sentenças dos tribunais estaduais, resolvemos rescindir o nosso contrato. Neste momento começou o problema 2.

Problema 2 – No contrato que assinamos a multa rescisória partindo de nossa parte seria de 20% do valor pago, algo em torno de R$ 4.000,00. Mas como não estávamos fora de contrato fomos para a negociação via telefone. Diversas vezes ligamos e o atendimento era pífio com informações desencontradas. Conseguimos após muito tentar uma rescisão onde não pagaríamos nada pra eles... e também era só o que me faltava, eu estar certo com a empresa e ter que pagar multa...

No final das contas assinamos a rescisão dia 11 de maio onde receberemos em uma só vez em 16/06/2011 o valor corrigido que pagamos.

Este é um relato para que as pessoas pensem muito bem em comprar na planta.

Será que vale passar tudo isso? O estresse que passei com a falta de informação; não citei que passava todos os dias em frente da obra e não via acontecer de forma satisfatória.

Agora estamos procurando o nosso lar, correndo atrás de um imóvel. Mas é complicado achar algo que gostamos e quando isso acontece, a negociação não anda... mas fé em Deus porque ele é justo e sei que Ele quer nos comunicar algo, pois algum propósito existe com esta história, e a nossa hora vai chegar!!!

Hoje recebi pela primeira vez a revista da Goldsztein, Goldnews, até coloco no início da postagem uma frase retirada do material enviado. Mas qual o motivo de eu receber a revista após a rescisão do contrato? Será que a empresa está querendo comunicar que fiz um péssimo negócio com a decisão que eu e minha esposa tomamos? Falta de planejamento do departamento de marketing e do pós-venda da empresa?

Só Deus sabe!!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Um domingo em Nova Petrópolis

Uma das coisas que sempre gostei de fazer foi viajar, pois gosto muito de pegar a estrada, sendo de ônibus ou de carro, e apreciar a paisagem e as características dos locais onde passo.


No último domingo fui juntamente com minha esposa, minha sogra e a amiga Tina para Nova Petrópolis, especificamente comprar na Festimalha. Saímos de Porto Alegre por volta de 9hs e seguimos pela BR-116 até nosso destino. Parte deste caminho é chamado de Rota Romântica, pois a paisagem e as curvas sinuosas da estrada trazem um ambiente agradável e europeu, mas não deixa de ser perigosa. Após uma parada para provas as delícias da Stoffel e para tirar algumas fotos da paisagem chegamos ao nosso destino e focamos em nosso objetivo, comprar malhas.



O Festival é realizado no Centro de Eventos de Nova Petrópolis, que fica na entrada da cidade e de fácil localização. Há um grande estacionamento e este não é pago, mas para entrar na exposição tivemos de desembolsar R$ 5,00 cada (há valores diferenciados para idosos, estudantes e excursões). Dentro do local foi montada uma pequena praça de alimentação e diversos estandes com as mais variadas malharias da serra. Os preços são salgados e não há muita variedade de opções para o público masculino.



Após o passeio na exposição fomo visitar o centro da cidade. Lá o clima e as lojas são mais atrativos e diferentemente da Festimalha os preços são compatíveis com o mercado e a variedade é enorme.



No final das contas as mulheres saíram cheias de compras e eu... nada. É bom assim, pois sobra um pouco mais para o apartamento. Aliás, a próxima postagem será sobre os problemas que enfrentamos com nosso apartamento na planta!!!



Na volta da viagem, saímos da cidade por volta das 16hs, para não pegarmos a temida neblina da serra; mas o que pegamos mesmo foi congestionamento em Ivotí, Dois Irmãos, Novo Hamburgo e Canoas na temida BR-116... quero ver na Copa de 2014...





OBS: Há coisas que só vemos nas cidades do interior, esta é uma delas!!!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Cinemateca - XVIII. Uma manhã gloriosa

Voltando as atividades, com um breve comentário sobre a película Uma manhã gloriosa, que vi no último domingo no excelente cinema Unibanco Arteplex.

Filme que dei muitas risadas, onde a produtora Becky Fuller (Rachel McAdams) que fora demitida de uma rede de TV por corte de gastos, busca um novo emprego e assume um grande desafio, aumentar a audiência e modificar a linguagem do jornal matinal Daybreak. No decorrer do filme, em meio a uma história romântica com o também produtor Adam (Patrick Wilson) ela conquista o coração e a confiança da equipe, e no final com muitas matérias divertidas ela consegue aumentar a audiência e prorrogar o contrato do programa.

Um bom filme para uma tarde de domingo!


Trailer do filme: