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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Night Run Fila - 10Km

No dia 27 de outubro participei da minha primeira prova noturna, e mais uma vez tive como companhia a minha amiga Tina e de equipe de apoio a minha esposa Ana Carolina. Como era uma corrida noturna tentei não fazer muito esforço durante o dia da prova, mas enfrentei uma feira e fui ao jogo do Inter contra o Palmeiras. Após a partida fui direto a arena montada no Parque Marinha do Brasil.
Estrutura:
O local da prova foi muito bem escolhido, pois como é um parque há enormes espações para instalação da estrura. Como se tratava de uma corrida noturna efeitos de luzes e iluminação no póstico de largada e chegada não faltaram:

Havia um palco bem montado com a banda Nacional Kid , as barracadas das equipes de corrida, dos patrocinadores, de retirada do chip, do guarda volumes e da alimentação pós-prova. Os banheiros, que sempre são um grande problema, ficaram afastados do grande público, mas em um número deficitário o que gerou filas minutos antes da largada. Em geral a praça de largada e chegada estava muito boa.
Concentração

Local dos banheiros químicos

Palco
 
Equipes de corrida
 
 Guarda volumes


Alimentação após a prova

Equipe médica

Local da largada



Percurso:
Foi a minha segunda corrida de 10km, sendo a primeira noturna, e a mina expectativa era que o percurso inteiro fosse bem iluminado.
Largamos na atura da pista de skate do Parque Marinha do Brasil em direção a Usina do Gasômetro, e como sempre os três primeiros quilômetros são de muita gente correndo em um bolo só. Ao chegar perto da Usina do Gasômetro fizemos o retorno para voltar ao parque, e neste local tinha uma estrutura com luzes e DJ para animar o pessoal,  o que achei muito legal. Os postos de hidratação foram bem distribuídos, mas não havia a indicação destacada de onde eles se encontravam.
Estava bem empolgado nos primeiros cinco quilômetros, pois a corrida estava sendo muito boa em si, mas após passar o pórtico de chegada comecei a perceber que a dificuldade iria aumentar.
Na prova de 10Km passamos pela chegada (dos 5km) e seguimos até o final da avenida Beira-Rio e voltaríamos até a pista de skate (local da chegada), até aí tudo bem; só que a partir do sexto quilômetro não havia iluminação na via, sim ela está em obra, mas isso não é desculpa. Sem iluminação não conseguia ver direito onde estava pisando, e nem o percurso, só conseguia enxergar um pouco a frente, claro que isso acarretou “na entrada em diversos buracos”. Os postos de hidratação foram iluminados pelos faróis das motos e dos carros da equipe de apoio.
Foram quatro quilômetros de cuidados com o piso e com os outros corredores, na real foi TERRÍVEL.
Desempenho:
Como correr depende de alguns fatores, e um deles é o emocional, não consegui baixar o meu tempo, fiz o percurso em 57:03min, um minuto e trinta segundos acima da última prova. Estava com dores no tornozelo e durante a prova senti a panturrilha esquerda, até pensei em desistir, mas como diz o frasista: o sofrimento é passageiro, mas desistir é para sempre.
Como não enxergava o percurso também diminuí o ritmo, pois a falta de iluminação  representava uma certa insegurança e deixou os participantes dos 10Km indignados.
 
Fiquei feliz por ter finalizado o percurso, pela Tina ter conseguido baixar o seu tempo e por meu Amor estar comigo em mais esta. Ela prometeu que na próxima correremos juntos, quem sabe na mesma prova!!!!
Eu e a Tina após a prova
 
Foto clássica
Vou treinar para na próxima baixar dos 55 minutos, esta é minha meta a partir de agora.
Até a próxima.

quinta-feira, 11 de março de 2010

F-Indy e o Etanol brasileiro

A Fórmula Indy usa o etanol brasileiro desde 2009, esta parceria faz com que o etanol brasileiro e outros produtos sejam promovidos durante as etapas da categoria americana.
Quando começaram as tratativas para ter uma etapa da Indy novamente aqui no Brasil cogitou-se a possibilidade de esta ser em Ribeirão Preto-SP, que é pólo do produto em nosso país. Mas a etapa será na capital São Paulo, em uma pista montada nas ruas da cidade e com uma reta no meio do sambódromo. Pelo que vi nos vídeos e nas fotos será uma super estrutura, pois mudar um setor da cidade para realizar uma prova de rua exige muito planejamento, muito mais em São Paulo onde a questão do trânsito é muito complicada. Os organizadores esperam que não haja problemas no trânsito da cidade nos dias em que a etapa será realizada (13 e 14 de março).
Mas porque montar uma estrutura se São Paulo já tem um grande autódromo?
A idéia dos organizadores é não vincular a categoria a Interlagos, pois este é a cara da Formula 1 no Brasil. Eu, por exemplo, nunca assisti a um GP da F1 fora de Interlagos. Sei que já teve etapas no Rio, mas o autódromo da Zona Sul da capital paulista já é tradicional da categoria.
Então por que não fizeram a etapa no Rio, onde já existe um autódromo e que já foi realizada etapa da F-Indy? O autódromo de Jacarepaguá teria de passar por muitas obras para ficar apto para a corrida, e como a produção de etanol brasileira se concentra em São Paulo, principalmente em Ribeirão Preto fez com que a corrida seja realizada em São Paulo.
Gostei da idéia de utilizar o sambódromo do Anhembí para o circuito, pois neste local já se tem uma grande estrutura, como arquibancadas para 30 mil pessoas, centro de imprensa, camarotes.
Ponto para o automobilismo brasileiro, para o etanol do país e para os organizadores, apesar de ser contra montar uma grande estrutura no meio da cidade.
Não quero ser pessimista, pois gosto de automobilismo e verei a corrida, mas se chove torrencialmente como em fevereiro, não há risco de alagamentos naquela região? Os organizadores dizem que não, mas tudo pode acontecer na maior cidade do país...