segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Relato: Imagina na Copa


Voltei a escrever no blog, algo que pretendo que seja rotineiro, e para falar de algo que 99,9% dos brasileiros já sabiam: NOSSO PAÍS NÃO ESTÁ PREPARADO PARA RECEBER OS ESTRANGEIROS.

Hoje a tarde estava em frente ao Banco do Brasil esperando meus amigos Fernando e Jader para almoçar, e escutei uma conversa alta e em outra língua. Me aproximei e vi um senhor com um abrigo do Canadá "trancado" na porta giratória de entrada do banco, pois ele estava levando um guarda-chuva. Do outro lado da porta de vidro estava o segurança do banco tentando se comunicar, aos berros, com o senhor. Me aproximei e disse a este atleta o que ele deveria fazer: colocar o guarda-chuva e os materiais de metal na caixa específica; provavelmente este senhor foi retirar dinheiro resolver algo, pois o Banco do Brasil é um dos parceiros do Mundia Master de Atletismo.

Este meu relato não é para me vangloriar por saber falar uma língua estrangeira, mas para alertar algo que todos já sabíamos - QUE NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA RECEBER O TURISTA.

Agora a noite estava na parada de ônibus, no bairro Menino Deus, voltando da minha aula de inglês quando vi um grupo de alemães perdidos em plena avenida Getúlio Vargas, onde iam de um lado para o outro, mesmo com um mapa na mão, procurando algum restaurante para jantar. Me aproximei deles e perguntei se poderia ajudar com alguma coisa; e realmente eles estavam procurando algum restaurante. Isso eram 20:15 e muitos restaurantes na avenida estavam fechados. Expliquei que normalmente neste dia os restaurantes fecham e indiquei uma pizzaria.

Mas fiquei mais espantado foi com a falta de sinalização do nomes das ruas, das placas de indicação de trânsito, pois eles a todo momento olhavam para as esquinas e para cima procurando algo que indicasse o local e com a falta de consideração das pessoas que não paravam para tentar ajudar. 
Esta cena que contei acima se repete no centro da cidade de Porto Alegre, onde inúmeros senhores e senhoras andam com o seu mapa na mão tentando descobrir onde ficam os locais. 

É claro que o Mundial Master de Atletismo é um grandioso evento, que se encerra dia 27/10, mas nós não estamos preparados para atender o turista, seja ele inglês, alemão, finlandês ou chileno.










segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Night Run Fila - 10Km

No dia 27 de outubro participei da minha primeira prova noturna, e mais uma vez tive como companhia a minha amiga Tina e de equipe de apoio a minha esposa Ana Carolina. Como era uma corrida noturna tentei não fazer muito esforço durante o dia da prova, mas enfrentei uma feira e fui ao jogo do Inter contra o Palmeiras. Após a partida fui direto a arena montada no Parque Marinha do Brasil.
Estrutura:
O local da prova foi muito bem escolhido, pois como é um parque há enormes espações para instalação da estrura. Como se tratava de uma corrida noturna efeitos de luzes e iluminação no póstico de largada e chegada não faltaram:

Havia um palco bem montado com a banda Nacional Kid , as barracadas das equipes de corrida, dos patrocinadores, de retirada do chip, do guarda volumes e da alimentação pós-prova. Os banheiros, que sempre são um grande problema, ficaram afastados do grande público, mas em um número deficitário o que gerou filas minutos antes da largada. Em geral a praça de largada e chegada estava muito boa.
Concentração

Local dos banheiros químicos

Palco
 
Equipes de corrida
 
 Guarda volumes


Alimentação após a prova

Equipe médica

Local da largada



Percurso:
Foi a minha segunda corrida de 10km, sendo a primeira noturna, e a mina expectativa era que o percurso inteiro fosse bem iluminado.
Largamos na atura da pista de skate do Parque Marinha do Brasil em direção a Usina do Gasômetro, e como sempre os três primeiros quilômetros são de muita gente correndo em um bolo só. Ao chegar perto da Usina do Gasômetro fizemos o retorno para voltar ao parque, e neste local tinha uma estrutura com luzes e DJ para animar o pessoal,  o que achei muito legal. Os postos de hidratação foram bem distribuídos, mas não havia a indicação destacada de onde eles se encontravam.
Estava bem empolgado nos primeiros cinco quilômetros, pois a corrida estava sendo muito boa em si, mas após passar o pórtico de chegada comecei a perceber que a dificuldade iria aumentar.
Na prova de 10Km passamos pela chegada (dos 5km) e seguimos até o final da avenida Beira-Rio e voltaríamos até a pista de skate (local da chegada), até aí tudo bem; só que a partir do sexto quilômetro não havia iluminação na via, sim ela está em obra, mas isso não é desculpa. Sem iluminação não conseguia ver direito onde estava pisando, e nem o percurso, só conseguia enxergar um pouco a frente, claro que isso acarretou “na entrada em diversos buracos”. Os postos de hidratação foram iluminados pelos faróis das motos e dos carros da equipe de apoio.
Foram quatro quilômetros de cuidados com o piso e com os outros corredores, na real foi TERRÍVEL.
Desempenho:
Como correr depende de alguns fatores, e um deles é o emocional, não consegui baixar o meu tempo, fiz o percurso em 57:03min, um minuto e trinta segundos acima da última prova. Estava com dores no tornozelo e durante a prova senti a panturrilha esquerda, até pensei em desistir, mas como diz o frasista: o sofrimento é passageiro, mas desistir é para sempre.
Como não enxergava o percurso também diminuí o ritmo, pois a falta de iluminação  representava uma certa insegurança e deixou os participantes dos 10Km indignados.
 
Fiquei feliz por ter finalizado o percurso, pela Tina ter conseguido baixar o seu tempo e por meu Amor estar comigo em mais esta. Ela prometeu que na próxima correremos juntos, quem sabe na mesma prova!!!!
Eu e a Tina após a prova
 
Foto clássica
Vou treinar para na próxima baixar dos 55 minutos, esta é minha meta a partir de agora.
Até a próxima.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Corridas de rua - 2ª Etapa Circuito Athenas 2012


No último domingo participei 2ª Etapa Circuito Athenas, dessa vez busquei um novo desafio, enfrentar os 8km para trocar de vez os 5km pelos 10km.

Fiz algumas constatações sobre a prova e separei em três tópicos para facilitar. Não quero aqui “me sentir” um especialista em corridas de rua, mas como sou praticante e consumidor das marcas que promovem os eventos de corrida, me sinto preparado pra falar sobre a estrutura, o percurso e a corrida em si.

Estrutura:

A estrutura da prova ficou um pouco a desejar. No loca de chegada e largada estava tudo em ordem, barracas das equipes bem distribuídas na Praça Itália, local para alongamento, pódio, equipe médica. Duas coisas deixaram  a desejar. Uma foi a quantidade de banheiros químicos, pois foi insuficiente para quantidade de homens participantes e a outra e mais importante foi o local de largada, avenida Praia de Belas, onde achei muito estreito e havia vários “buracos” nas grades de proteção onde os apressadinhos furavam afila de largada.

Percurso:

Havia três tipos de quilometragem, a de 4km, 8km e 16km. O meu percurso passava por dentro do Parque Marinha do Brasil, atravessava a administração do parque e chegava na Av. Beira-Rio passava pela Av. Padre Cacique até a chegada na Av. Praia de Belas. O problema que alguns atletas não identificaram o percurso correto e tiveram que correr alguns quilômetros a mais. Havia sinalização correta através de placas e o pessoal de apoio (alunos do CPOR-POA) indicando o caminho correto, mas a demarcação estava um pouco confusa e dividíamos a pista com os carros (eles tinham uma das três partes da via liberada para tráfego), mas claro que devidamente separado.

A corrida:

Como era minha primeira prova com esta quilometragem não sabia como meu corpo iria se comportar, então estipulei fazer em 46 minutos.
Costumo controlar a minha frequência cardíaca e a partir dela aumentar ou diminuir meu ritmo e como ela se apresentou um pouco alta decidi diminuir meu ritmo, tanto que quando cheguei ao quinto quilômetro e cronômetro bateu em 27:48min, aí o psicológico bateu forte, pois este tempo é quase dois minutos do que estou acostumado a fazer em meus treinos. Talvez eu estava ansioso por acabar a corrida e ver se iria aguentar, mas sei que nos três quilômetro que ainda faltavam apertei o passo e a frequência acabou diminuindo um pouco e consegui chegar ao final “sobrando” com o tempo de 44 minutos e 18 segundos. Fiquei feliz e agradeci a Deus pela conquista.
Reparei que meu corpo não apresentou maiores reclamações durante a prova, apesar de minhas pernas parecerem que iam pegar fogo, algo que me leva a crer que posso chegar aos 10km em seguida.
 




OBS: da próxima vez vou tirar mais fotos dos pontos que elenquei para exemplificar melhor. Algumas fotos podem ser encontradas na página do Facebook da Iguana Sports

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Quando nós tomamos um tapa na cara de Deus

Diferente o título da postagem não? É, mas foi isso que aconteceu comigo na última segunda-feira (08/08) pela manhã.


Estava indo trabalhar após um belo banho de chuva e de resolver alguns problemas na reforma que eu e minha esposa estamos fazendo em nossa primeira moradia, quando no auge de minha irritação adentra no ônibus o Vilmar (leia mais da história deste abençoado por Deus aqui), com toda a sua simpatia, sua palavra de incentivo e de fé. Na mesma hora me culpei por aquilo que eu estava sentindo, pois eu não podia reclamar dos fatos, estou fazendo uma reforma no meu apartamento, onde tenho plenas condições físicas e mentais para realizar este processo, e o Beleza, deficiente visual, estava feliz da vida que era uma segunda-feira de muita chuva e estava agradecendo a oportunidade que Deus estava lhe dando de trabalhar e de viver mais um dia.

Tudo de novo na vida é difícil para assimilar mais fácil de aprender e posteriormente de resolver!!! Obrigado Deus por este tapa na cara!!!


“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astro no mundo.” Filipenses 2.14-15

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um cliente satisfeito volta sempre!!!

Quando se tem um relacionamento, cria-se uma situação de ganha-ganha na qual ambas as partes deve ganhar algo, e só vai continuar se as partes envolvidas sentirem-se integradas deste processo. Gummesson (2005).

Philip Kotler (2001, p. 70) afirma: “A chave da retenção de clientes é a satisfação de clientes”.

Stone; Woodcock (1998) o custo de reter os clientes existentes é muito menos do que adquirir novos consumidores, pois suas necessidades já foram identificadas e sanadas. Se a empresa tiver sucesso neste aspecto a manutenção da fidelidade do cliente acaba trazendo benefícios adicionais.

As citações acima refletem o sentimento que tive a uma hora atrás, quando minha esposa me entregou meu relógio da marca Touch pronto para o uso.

Na última terça-feira acabou por quebrar uma peça que une o relógio a pulseira, e na mesma hora lembrei que ao ganhar o bem o vendedor me afirmou que a garantia era vitalícia, e na realidade não levei muita fé no que este me disse. Mas hoje minha esposa levou o relógio até o quiosque da marca onde trocaram a peça sem pestanejar. E o que isso tem de novo? Eles simplesmente ganharam um cliente para a vida toda, pois tive a atenção necessária sem pedir; só resolveram o meu problema.

Estou muito satisfeito com a marca e recomendo os seus relógios, pois a qualidade é muito boa e o preço é totalmente acessível. E para finalizar, uma citação do “gurú” do Marketing, Philip Kotler (2008): marketing é entregar para o cliente aquilo que ele deseja satisfazendo a sua necessidade.


OBS: os trecho onde estão as citações retirei de meu trabalho de conclusão.