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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Habib's e seu mau atendimento.

Depois de 18 dias sem postagens por causa da correria de final de ano, “estamos de volta”. Este blog tem o intuito de contar causos que passo, ou passei em minha vida.


Então... dia 23 de Dezembro minha sogra fez aniversário e rumamos ao final da tarde para o Shopping Total para jantar no Habib’s.


Particularmente eu não gosto deste restaurante, pois sempre fui mau atendido e a comida sempre demora muito mais do que o tempo estimado; só fui pelo fato de ser o aniversário da sogra.


Esta cena se repetiu na quarta-feira, pois cada produto do cardápio que pedíamos demorava em média 30 minutos, fora as confusões dos pedidos trocados. A exceção foi do atendimento que foi prestado pelo garçom, que fez o possível e o impossível para atender decentemente os clientes; e por reconhecimento, este saiu, só da nossa mesa, com uns R$ 15,00 de gorjeta no bolso.


Até quando as pessoas vão se submeter a serem mal atendidas? Claro que o local tem uma comida gostosa e barata, mas a minha grana não vai pra tia Eda!!!


Até quando as empresas não vão dar o treinamento adequado para os seus funcionários?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cinemateca - XII

Sábado com muita chuva, uma "Paellada" de almoço, e para acabar bem o dia, um filmezinho.
Ao ler a sinopse do filme pensei que ia ser mais uma daquelas comédias românticas enroladas, com uma história engraçada, mas sem um bom conteúdo textual. Tive uma agradável surpresa, o filme é bom, A Proposta.

Sandra Bullock é Margaret Tate, uma renomada editora de livros que é odiada por sua equipe, inclusive por seu assistente, Andrew Paxton (Ryan Reynolds). Ele faz de tudo para acompanhar e obedecer os mandos de sua chefe, pois seu sonho é ser um grande editor. Após receber a notícia que será deportada, Margaret (é canadense e está irregular nos E.U) arma para se casar com Andrew. Aí que o filme começa a se desenrolar.




Vale a pena assistir

sábado, 4 de abril de 2009

INTERNACIONAL 100 ANOS

A minha primeira lembrança de torcer por futebol é datada de 1992, ano em que o Sport Club Internacional ganhou a copa do Brasil. Meu pai foi a este jogo, eu, minha mãe e meu irmão (sem entender muita coisa, pois ele tinha três anos) ficamos sofrendo pelo radinho. Ao final, o Inter sagrou-se campeão com um pênalti chorado nos instantes finais do jogo... chorei muito... chorava mas não entendia o motivo, seria aquilo emoção? Seria aquilo o que meu avô dizia que era paixão pelo futebol? Eu só gritava e pulava e corrida dentro do meu pátio.

Foi no instante em que meu pai chegou em casa que eu entendi o que se passava comigo... ali eu vi que eu era colorado, não pelo título, não pelo motivo de meu pai ter vindo caminhando do Beira Rio até a minha casa (são uns 7 km), foi pelo fato de perceber que mesma emoção que meu avô, meu pai estavam sentindo era a mesma que a minha. Foi perceber o que era aquele brilho no olho quando eles falavam dos títulos do passado, da festa no estádio e do orgulho de vestir a camisa vermelho dos pampas, foi perceber que por alguns instantes é possível esquecer o resto do mundo e seus problemas e torcer, sofrer, gritar, chorar, xingar, se alegrar por um clube de futebol.

Abaixo uma amostra da campanha do Inter para o centenário:


Agradeço ao meu pai e ao meu avô por me ensinarem a ser colorado, pois não me imagino vestindo outra cor se não o vermelho. Não conseguiria entrar em outro estádio com a mesma desenvoltura que ando pelas arquibancadas do gigante, onde vivi alegrias, tristezas e principalmente onde aprendi a ser igual a todo mundo, pois somos todos irmãos.

Ao escrever estas palavras meus olhos enchem de lágrimas só de pensar neste amor. Amor que não é medido, que não é o mesmo que se sente pelas pessoas próximas (viu Ana), é algo inexplicável e indescritível.

Fico um pouco chateado porque não vou poder participar das festividades deste dia tão importante, pois estou trabalhando, mas estou aqui vestindo a camisa do Colorado cheio de orgulho por tantas emoções vividas nestes meus 24 anos; e não vai ser isto que vai apagar este brilhante dia.