sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Um desejo: minimizar as anulações de gol


Seu time de futebol está atacando, o meia esquerda "estica" a bola na ponta pro lateral; ele olha, cruza na área e o seu centroavante da um voleio certeiro pra dentro das redes, deixando o goleiro sem reação.
O artilheiro sai correndo em direção a torcida, seus companheiros o abraçam, a felicidade toma conta dos torcedores, que vibram intensamente com o orgasmo do futebol e... O assistente não corre pro meio de campo; ergue a sua bandeira marcando impedimento, o juiz balança a cabeça anulando o gol.
Os jogadores terão que fazer tudo novamente para tentar chegar ao objetivo.
É assim o meu sentimento quando faço um retrabalho. Quando algo na empresa ou na vida pessoal não é bem planejado, onde as fraquezas e ameaças da atividade não foram bem avaliadas, quando a tarefa tem algum vício ou não é apresentada com clareza. Há vezes que tu "dá todo o teu gás", faz um trabalho de excelência que não é aprovado ou surge o pedido de modificações, onde tu sabes que não vai ficar bom, tu sabes que será necessário fazer novamente; tu sabes que custará mais caro, mas da mesma forma atende o pedido.
Cada vez mais penso em ser um construtor de jogadas, o articulador que administre e "pife" jogadores pra marcar gols, o armador do basquete, o fixo do futsal; alguém que ajude profissionais a baterem suas metas, para não depender de atitudes retrógadas e para minimizar as anulações de gol e as frustações da torcida. 
 
 
 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A gargalhada dela fez a diferença no meu dia

Estamos vivendo dias difíceis. Os impostos aumentam, a insegurança cresce, o custo de vida está atrelado ao dólar (sim, o pãozinho nosso de cada dia é atrelado ao dólar) só sobe, as guerras se multiplicam e as pessoas estão vivendo cada vez mais para si. Em dias assim, pequenas ações podem fazer grande diferença na vida das pessoas, um muito obrigado, um aceno, um estender de mão, um sorriso mudam o dia, as atitudes e a corrente do bem se multiplica.
Hoje, 06:45 da manhã, chuva intensa em Porto Alegre, estava indo subir no ônibus para me deslocar pra fisioterapia, quando escorreguei e me "estabaquei" no chão. Vi que o motorista queria me ajudar, só acenei pra ele que não ia subir e me levantei todo sujo de barro. Voltei pra casa louco da vida, querendo xingar todo mundo, quando a minha linda esposa me perguntou o que tinha ocorrido. Virei de costas e escutei a melhor e maior gargalhada da história.
 
 
Aquele sorriso largo mudou o meu dia.  Fiquei desconcertado e comecei a rir com ela.
O que era pra ser um dia difícil, cinza, se tornou leve, proveitoso e está fazendo diferença na minha vida.
Isso me fez pensar que reclamamos de coisa pequenas que atrapalham nosso planejamento, e que se dermos muita importância pra isso é capaz de se tornar decisivo em nossas atitudes e comportamento.
Leve a vida mais leve, faça a diferença na vida das pessoas , seja um bom exemplo, entregue suas preocupações nas mãos de Deus e aproveite o dia que Ele proporcionou pra você.
 


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Eu e Argel em 1994

O ano era 1994 e eu estava debruçado na minha mesa de futebol de botão jogando um Inter x São Paulo em uma fictícia final de campeonato. O São Paulo era o time da década, tinha perdido a final da Libertadores daquele ano para o Velez e o meu Inter estava mal, não se classificou para as quartas de final do Campeonato Brasileiro, foi eliminado também nas quartas pelo Ceará, e o que salvou foi o Gauchão daquele ano.
O time era bom, mas não "deu liga". Neste se destacava um jovem zagueiro com muita personalidade, que "sabia bater" (eu que nunca tive muita habilidade me identificava com o jogador). Argel. Ele foi meu ídolo futebolístico do Inter até a vinda de Carlos Gamarra, admirava a sua garra, a sua dedicação em campo e o prazer que ele tinha em vestir a camisa do colorado. Agora é técnico do clube de seu coração. Tomara que dê certo a sua contratação. Será muito difícil, mas como disse Winston Churchill: 
"O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; 
o otimista vê oportunidade em cada dificuldade".


Segue um dos poucos gols que Argel fez no Inter:






sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Enfim tenho uma camisa do Esporte Clube Cruzeiro

Enfim tenho uma camisa do Esporte Clube Cruzeiro!!! Não, não o famoso Cruzeiro de Belo Horizonte, e sim do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre (que está de "mudança" para Cachoeirinha).



Algum tempo atrás fiz uma postagem falando da minha admiração por este clube, pois passei parte dos domingos da minha infância jogando bola atrás do gol. É o meu time de bairro¹, e só agora consegui compra uma camisa deste.

As peças são feitas pela Super Bolla e são de boa qualidade!!!





¹Time de Bairro: no Brasil não é muito comum existir essa divisão de times por bairros, e sim por cidade. Acredito que haja somente o Juventus-SP da Mooca que representaria esse time de bairro.
Na Argentina quase todos torcem para o time que representa o local onde se mora, e tem como clube principal o clube do coração e que disputa as primeiras divisões e competições internacionais.





domingo, 14 de dezembro de 2014

Onde está o distintivo do clube?


Onde está o distintivo/símbolo do clube na camisa abaixo?


A pergunta escrita acima foi a que me fiz neste domingo após o almoço, no meio da "lagarteada*" quando comecei a assistir o jogo entre o Guingamp (En Avant de Guingamp - Algo como Pra frente Guingamp) e o PSG.
Pois bem, no meio dos que apreciam futebol, e principalmente o mundo das camisas, os clubes médios da França são famosos por seus diversos patrocínios em suas camisas, parecendo mesmo um "macacão de Fórmula 1", e o EA Guingamp não foge desta característica. 
Tive que olhar algumas vezes pela TV onde a patrocinadora de material esportivo, Patrick, tinha colocado o distintivo do clube. E sim, eles o colocaram no meio da camisa na altura do peito. Mas não é algo redondo, ou com um desenho elaborado cheio de curva, é sim um retângulo. Sim amigos, um inusitado retângulo, conforme vocês podem ver abaixo:



Você tem que olhar bem a imagem para perceber que existe o distintivo, algo que representa a instituição, a representação máxima de um clube. Mas em um lugar que não existe uma padronização ou regra para colocação dos patrocínios (como existe na Inglaterra e nos Estados Unidos) essas situações vão se repetir e a camisa do clube perde totalmente a sua identidade.

E o Guingamp venceu por 1 a 0 o grande PSG, o que foi a primeira derrota do clube no campeonato francês.


*Usamos esta expressão aqui no Rio Grande do Sul quando estamos "descansando" após o almoço ou sentados ao sol.