quarta-feira, 4 de julho de 2012

Corridas de rua - 2ª Etapa Circuito Athenas 2012


No último domingo participei 2ª Etapa Circuito Athenas, dessa vez busquei um novo desafio, enfrentar os 8km para trocar de vez os 5km pelos 10km.

Fiz algumas constatações sobre a prova e separei em três tópicos para facilitar. Não quero aqui “me sentir” um especialista em corridas de rua, mas como sou praticante e consumidor das marcas que promovem os eventos de corrida, me sinto preparado pra falar sobre a estrutura, o percurso e a corrida em si.

Estrutura:

A estrutura da prova ficou um pouco a desejar. No loca de chegada e largada estava tudo em ordem, barracas das equipes bem distribuídas na Praça Itália, local para alongamento, pódio, equipe médica. Duas coisas deixaram  a desejar. Uma foi a quantidade de banheiros químicos, pois foi insuficiente para quantidade de homens participantes e a outra e mais importante foi o local de largada, avenida Praia de Belas, onde achei muito estreito e havia vários “buracos” nas grades de proteção onde os apressadinhos furavam afila de largada.

Percurso:

Havia três tipos de quilometragem, a de 4km, 8km e 16km. O meu percurso passava por dentro do Parque Marinha do Brasil, atravessava a administração do parque e chegava na Av. Beira-Rio passava pela Av. Padre Cacique até a chegada na Av. Praia de Belas. O problema que alguns atletas não identificaram o percurso correto e tiveram que correr alguns quilômetros a mais. Havia sinalização correta através de placas e o pessoal de apoio (alunos do CPOR-POA) indicando o caminho correto, mas a demarcação estava um pouco confusa e dividíamos a pista com os carros (eles tinham uma das três partes da via liberada para tráfego), mas claro que devidamente separado.

A corrida:

Como era minha primeira prova com esta quilometragem não sabia como meu corpo iria se comportar, então estipulei fazer em 46 minutos.
Costumo controlar a minha frequência cardíaca e a partir dela aumentar ou diminuir meu ritmo e como ela se apresentou um pouco alta decidi diminuir meu ritmo, tanto que quando cheguei ao quinto quilômetro e cronômetro bateu em 27:48min, aí o psicológico bateu forte, pois este tempo é quase dois minutos do que estou acostumado a fazer em meus treinos. Talvez eu estava ansioso por acabar a corrida e ver se iria aguentar, mas sei que nos três quilômetro que ainda faltavam apertei o passo e a frequência acabou diminuindo um pouco e consegui chegar ao final “sobrando” com o tempo de 44 minutos e 18 segundos. Fiquei feliz e agradeci a Deus pela conquista.
Reparei que meu corpo não apresentou maiores reclamações durante a prova, apesar de minhas pernas parecerem que iam pegar fogo, algo que me leva a crer que posso chegar aos 10km em seguida.
 




OBS: da próxima vez vou tirar mais fotos dos pontos que elenquei para exemplificar melhor. Algumas fotos podem ser encontradas na página do Facebook da Iguana Sports

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Quando nós tomamos um tapa na cara de Deus

Diferente o título da postagem não? É, mas foi isso que aconteceu comigo na última segunda-feira (08/08) pela manhã.


Estava indo trabalhar após um belo banho de chuva e de resolver alguns problemas na reforma que eu e minha esposa estamos fazendo em nossa primeira moradia, quando no auge de minha irritação adentra no ônibus o Vilmar (leia mais da história deste abençoado por Deus aqui), com toda a sua simpatia, sua palavra de incentivo e de fé. Na mesma hora me culpei por aquilo que eu estava sentindo, pois eu não podia reclamar dos fatos, estou fazendo uma reforma no meu apartamento, onde tenho plenas condições físicas e mentais para realizar este processo, e o Beleza, deficiente visual, estava feliz da vida que era uma segunda-feira de muita chuva e estava agradecendo a oportunidade que Deus estava lhe dando de trabalhar e de viver mais um dia.

Tudo de novo na vida é difícil para assimilar mais fácil de aprender e posteriormente de resolver!!! Obrigado Deus por este tapa na cara!!!


“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astro no mundo.” Filipenses 2.14-15

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um cliente satisfeito volta sempre!!!

Quando se tem um relacionamento, cria-se uma situação de ganha-ganha na qual ambas as partes deve ganhar algo, e só vai continuar se as partes envolvidas sentirem-se integradas deste processo. Gummesson (2005).

Philip Kotler (2001, p. 70) afirma: “A chave da retenção de clientes é a satisfação de clientes”.

Stone; Woodcock (1998) o custo de reter os clientes existentes é muito menos do que adquirir novos consumidores, pois suas necessidades já foram identificadas e sanadas. Se a empresa tiver sucesso neste aspecto a manutenção da fidelidade do cliente acaba trazendo benefícios adicionais.

As citações acima refletem o sentimento que tive a uma hora atrás, quando minha esposa me entregou meu relógio da marca Touch pronto para o uso.

Na última terça-feira acabou por quebrar uma peça que une o relógio a pulseira, e na mesma hora lembrei que ao ganhar o bem o vendedor me afirmou que a garantia era vitalícia, e na realidade não levei muita fé no que este me disse. Mas hoje minha esposa levou o relógio até o quiosque da marca onde trocaram a peça sem pestanejar. E o que isso tem de novo? Eles simplesmente ganharam um cliente para a vida toda, pois tive a atenção necessária sem pedir; só resolveram o meu problema.

Estou muito satisfeito com a marca e recomendo os seus relógios, pois a qualidade é muito boa e o preço é totalmente acessível. E para finalizar, uma citação do “gurú” do Marketing, Philip Kotler (2008): marketing é entregar para o cliente aquilo que ele deseja satisfazendo a sua necessidade.


OBS: os trecho onde estão as citações retirei de meu trabalho de conclusão.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Enfim a casa própria

Após muita luta e muita decepção com a compra de um imóvel na planta, como relatei na postagem anterior, eu e minha esposa realizamos o sonho da casa própria, financiada, mas casa própria.



Procuramos por muitos meses e visitamos diversos imóveis, e por uma obra de Deus fechamos negócio com um imóvel que não temos de fazer qualquer reforma, só uma pintura e uma troca de piso. O processo foi rápido, durou uns trinta dias entre assinatura com a Caixa e o recebimento das chaves. É claro que tivemos que pagar seguro, taxa de financiamento, ITBI, registro de imóveis, mas enfim, agora o imóvel é nosso.


No último sábado eu e minha esposa arrancamos o piso e com a ajuda do meu irmão carregamos as caixas com o laminado do térreo até o 5º pelas escadas... abaixo algumas fotos destes momentos:














quarta-feira, 1 de junho de 2011

Imóvel na planta: tome cuidado. O meu relato de frustração

Começo a postagem de hoje com esta frase: “Sonhar é pensar com insistência, é imaginar aquele objetivo com a certeza de que o dia de realizá-la vai chegar”.
Frase retirada da página 31, edição de nº 6, ano XIII da revista Goldnews produzida pela Goldsztein Cyrela.

A casa própria é um sonho para maior parte dos brasileiros, e eu e minha esposa começamos a trilhar este caminho em 22 de dezembro de 2008. Nesta data assinamos o contrato de compra e venda do apartamento 206 do empreendimento The Sun, situado a rua Dr. Barcelos, 2434 e construído pela Goldsztein Cyrela (Living). Um sonho que estava começando a se tornar realidade, pois casaríamos em outubro de 2010 e entraríamos em fevereiro de 2011 na nossa casa, por contrato, no mais tardar em abril do mesmo ano. E é aí que começam os problemas.

Problema 1 - Pagamos todas as parcelas antecipadamente para não criarmos nenhum tipo de problema e ao final do período proposto nem sinal dos prédios ficarem prontos. Desconfiados fomos atrás da empresa para saber o que estava acontecendo, pois já estávamos casados e loucos para entrar em casa. A informação dada foi que o mesmo atrasaria até julho. Imaginem o que passou pelas nossas cabeças... mais três meses de espera não!!!!! Após muitas pesquisas na internet, principalmente nas sentenças dos tribunais estaduais, resolvemos rescindir o nosso contrato. Neste momento começou o problema 2.

Problema 2 – No contrato que assinamos a multa rescisória partindo de nossa parte seria de 20% do valor pago, algo em torno de R$ 4.000,00. Mas como não estávamos fora de contrato fomos para a negociação via telefone. Diversas vezes ligamos e o atendimento era pífio com informações desencontradas. Conseguimos após muito tentar uma rescisão onde não pagaríamos nada pra eles... e também era só o que me faltava, eu estar certo com a empresa e ter que pagar multa...

No final das contas assinamos a rescisão dia 11 de maio onde receberemos em uma só vez em 16/06/2011 o valor corrigido que pagamos.

Este é um relato para que as pessoas pensem muito bem em comprar na planta.

Será que vale passar tudo isso? O estresse que passei com a falta de informação; não citei que passava todos os dias em frente da obra e não via acontecer de forma satisfatória.

Agora estamos procurando o nosso lar, correndo atrás de um imóvel. Mas é complicado achar algo que gostamos e quando isso acontece, a negociação não anda... mas fé em Deus porque ele é justo e sei que Ele quer nos comunicar algo, pois algum propósito existe com esta história, e a nossa hora vai chegar!!!

Hoje recebi pela primeira vez a revista da Goldsztein, Goldnews, até coloco no início da postagem uma frase retirada do material enviado. Mas qual o motivo de eu receber a revista após a rescisão do contrato? Será que a empresa está querendo comunicar que fiz um péssimo negócio com a decisão que eu e minha esposa tomamos? Falta de planejamento do departamento de marketing e do pós-venda da empresa?

Só Deus sabe!!!