segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Ressaca do dia 05 de outubro


Hoje tenho uma consciência política bem maior do que eu tinha há 6 anos atrás, acredito que cresci neste aspecto quando comecei a me informar sobre o assunto e me interessar pelo que realmente os políticos faziam. Desde então prezei pelo voto em quem trabalha em favor da sociedade, quem relativamente tem preparo para tal fim e não tem nenhum interesse em autopromoção.

Digo isso pelo fato de ter ficado indignado com a eleição de alguns candidatos a Deputado Estadual que sem nenhum preparo e com muito apoio financeiro e exposição na mídia e em nichos específicos, conseguiram sua eleição.

E o vídeo* abaixo resume tudo o que escrevi.

*Vídeo do blog La Urna do ClicRBS: http://wp.clicrbs.com.br/laurna/?topo=13,1,1,,1,13 


Espero que no caso do Jardel ele se “descubra” pra política, que possa sim “se ocupar” e que possa fazer um trabalho sério e com convicções.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Te machucou de novo meu filho? Tu sai inteiro e volta todo quebrado!

Quem nunca chegou do futebol em casa e se deparou com a frase: Te machucou de novo meu filho?
Ou quando é a sua esposa/namorada que te espera em casa: Tu sai inteiro e volta todo quebrado!
Sim mulheres, jogamos futebol e voltamos quebrados; uns mancando, outros roxos, e outros posteriormente enfaixados. E por que disso? Simples, nós estávamos lutando para ver quem era o melhor, lutando pela nossa "sobrevivência" dentro do campo/quadra. É assim que funciona a mente dos homens, pois aqueles minutos correndo atrás de uma bola é simplesmente a coisa mais importante do mundo, e não, vocês mulheres nunca entenderão.

Deve ser o mesmo sentimento quado vocês estão dentro de uma loja em liquidação!

Este texto é um desabafo, pois a foto abaixo causou uma certa repercussão no Facebook:


Das 16 pessoas que jogaram futebol naquela tarde de domingo, 4 se machucaram com uma certa seriedade, um na mão, outro no tornozelo, outro no cotovelo e outro na panturrilha; fora os outros que ficaram com dores no corpo, mas foi divertido e o Gre-Nal deu empate.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Relato: Imagina na Copa


Voltei a escrever no blog, algo que pretendo que seja rotineiro, e para falar de algo que 99,9% dos brasileiros já sabiam: NOSSO PAÍS NÃO ESTÁ PREPARADO PARA RECEBER OS ESTRANGEIROS.

Hoje a tarde estava em frente ao Banco do Brasil esperando meus amigos Fernando e Jader para almoçar, e escutei uma conversa alta e em outra língua. Me aproximei e vi um senhor com um abrigo do Canadá "trancado" na porta giratória de entrada do banco, pois ele estava levando um guarda-chuva. Do outro lado da porta de vidro estava o segurança do banco tentando se comunicar, aos berros, com o senhor. Me aproximei e disse a este atleta o que ele deveria fazer: colocar o guarda-chuva e os materiais de metal na caixa específica; provavelmente este senhor foi retirar dinheiro resolver algo, pois o Banco do Brasil é um dos parceiros do Mundia Master de Atletismo.

Este meu relato não é para me vangloriar por saber falar uma língua estrangeira, mas para alertar algo que todos já sabíamos - QUE NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA RECEBER O TURISTA.

Agora a noite estava na parada de ônibus, no bairro Menino Deus, voltando da minha aula de inglês quando vi um grupo de alemães perdidos em plena avenida Getúlio Vargas, onde iam de um lado para o outro, mesmo com um mapa na mão, procurando algum restaurante para jantar. Me aproximei deles e perguntei se poderia ajudar com alguma coisa; e realmente eles estavam procurando algum restaurante. Isso eram 20:15 e muitos restaurantes na avenida estavam fechados. Expliquei que normalmente neste dia os restaurantes fecham e indiquei uma pizzaria.

Mas fiquei mais espantado foi com a falta de sinalização do nomes das ruas, das placas de indicação de trânsito, pois eles a todo momento olhavam para as esquinas e para cima procurando algo que indicasse o local e com a falta de consideração das pessoas que não paravam para tentar ajudar. 
Esta cena que contei acima se repete no centro da cidade de Porto Alegre, onde inúmeros senhores e senhoras andam com o seu mapa na mão tentando descobrir onde ficam os locais. 

É claro que o Mundial Master de Atletismo é um grandioso evento, que se encerra dia 27/10, mas nós não estamos preparados para atender o turista, seja ele inglês, alemão, finlandês ou chileno.










segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Night Run Fila - 10Km

No dia 27 de outubro participei da minha primeira prova noturna, e mais uma vez tive como companhia a minha amiga Tina e de equipe de apoio a minha esposa Ana Carolina. Como era uma corrida noturna tentei não fazer muito esforço durante o dia da prova, mas enfrentei uma feira e fui ao jogo do Inter contra o Palmeiras. Após a partida fui direto a arena montada no Parque Marinha do Brasil.
Estrutura:
O local da prova foi muito bem escolhido, pois como é um parque há enormes espações para instalação da estrura. Como se tratava de uma corrida noturna efeitos de luzes e iluminação no póstico de largada e chegada não faltaram:

Havia um palco bem montado com a banda Nacional Kid , as barracadas das equipes de corrida, dos patrocinadores, de retirada do chip, do guarda volumes e da alimentação pós-prova. Os banheiros, que sempre são um grande problema, ficaram afastados do grande público, mas em um número deficitário o que gerou filas minutos antes da largada. Em geral a praça de largada e chegada estava muito boa.
Concentração

Local dos banheiros químicos

Palco
 
Equipes de corrida
 
 Guarda volumes


Alimentação após a prova

Equipe médica

Local da largada



Percurso:
Foi a minha segunda corrida de 10km, sendo a primeira noturna, e a mina expectativa era que o percurso inteiro fosse bem iluminado.
Largamos na atura da pista de skate do Parque Marinha do Brasil em direção a Usina do Gasômetro, e como sempre os três primeiros quilômetros são de muita gente correndo em um bolo só. Ao chegar perto da Usina do Gasômetro fizemos o retorno para voltar ao parque, e neste local tinha uma estrutura com luzes e DJ para animar o pessoal,  o que achei muito legal. Os postos de hidratação foram bem distribuídos, mas não havia a indicação destacada de onde eles se encontravam.
Estava bem empolgado nos primeiros cinco quilômetros, pois a corrida estava sendo muito boa em si, mas após passar o pórtico de chegada comecei a perceber que a dificuldade iria aumentar.
Na prova de 10Km passamos pela chegada (dos 5km) e seguimos até o final da avenida Beira-Rio e voltaríamos até a pista de skate (local da chegada), até aí tudo bem; só que a partir do sexto quilômetro não havia iluminação na via, sim ela está em obra, mas isso não é desculpa. Sem iluminação não conseguia ver direito onde estava pisando, e nem o percurso, só conseguia enxergar um pouco a frente, claro que isso acarretou “na entrada em diversos buracos”. Os postos de hidratação foram iluminados pelos faróis das motos e dos carros da equipe de apoio.
Foram quatro quilômetros de cuidados com o piso e com os outros corredores, na real foi TERRÍVEL.
Desempenho:
Como correr depende de alguns fatores, e um deles é o emocional, não consegui baixar o meu tempo, fiz o percurso em 57:03min, um minuto e trinta segundos acima da última prova. Estava com dores no tornozelo e durante a prova senti a panturrilha esquerda, até pensei em desistir, mas como diz o frasista: o sofrimento é passageiro, mas desistir é para sempre.
Como não enxergava o percurso também diminuí o ritmo, pois a falta de iluminação  representava uma certa insegurança e deixou os participantes dos 10Km indignados.
 
Fiquei feliz por ter finalizado o percurso, pela Tina ter conseguido baixar o seu tempo e por meu Amor estar comigo em mais esta. Ela prometeu que na próxima correremos juntos, quem sabe na mesma prova!!!!
Eu e a Tina após a prova
 
Foto clássica
Vou treinar para na próxima baixar dos 55 minutos, esta é minha meta a partir de agora.
Até a próxima.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Corridas de rua - 2ª Etapa Circuito Athenas 2012


No último domingo participei 2ª Etapa Circuito Athenas, dessa vez busquei um novo desafio, enfrentar os 8km para trocar de vez os 5km pelos 10km.

Fiz algumas constatações sobre a prova e separei em três tópicos para facilitar. Não quero aqui “me sentir” um especialista em corridas de rua, mas como sou praticante e consumidor das marcas que promovem os eventos de corrida, me sinto preparado pra falar sobre a estrutura, o percurso e a corrida em si.

Estrutura:

A estrutura da prova ficou um pouco a desejar. No loca de chegada e largada estava tudo em ordem, barracas das equipes bem distribuídas na Praça Itália, local para alongamento, pódio, equipe médica. Duas coisas deixaram  a desejar. Uma foi a quantidade de banheiros químicos, pois foi insuficiente para quantidade de homens participantes e a outra e mais importante foi o local de largada, avenida Praia de Belas, onde achei muito estreito e havia vários “buracos” nas grades de proteção onde os apressadinhos furavam afila de largada.

Percurso:

Havia três tipos de quilometragem, a de 4km, 8km e 16km. O meu percurso passava por dentro do Parque Marinha do Brasil, atravessava a administração do parque e chegava na Av. Beira-Rio passava pela Av. Padre Cacique até a chegada na Av. Praia de Belas. O problema que alguns atletas não identificaram o percurso correto e tiveram que correr alguns quilômetros a mais. Havia sinalização correta através de placas e o pessoal de apoio (alunos do CPOR-POA) indicando o caminho correto, mas a demarcação estava um pouco confusa e dividíamos a pista com os carros (eles tinham uma das três partes da via liberada para tráfego), mas claro que devidamente separado.

A corrida:

Como era minha primeira prova com esta quilometragem não sabia como meu corpo iria se comportar, então estipulei fazer em 46 minutos.
Costumo controlar a minha frequência cardíaca e a partir dela aumentar ou diminuir meu ritmo e como ela se apresentou um pouco alta decidi diminuir meu ritmo, tanto que quando cheguei ao quinto quilômetro e cronômetro bateu em 27:48min, aí o psicológico bateu forte, pois este tempo é quase dois minutos do que estou acostumado a fazer em meus treinos. Talvez eu estava ansioso por acabar a corrida e ver se iria aguentar, mas sei que nos três quilômetro que ainda faltavam apertei o passo e a frequência acabou diminuindo um pouco e consegui chegar ao final “sobrando” com o tempo de 44 minutos e 18 segundos. Fiquei feliz e agradeci a Deus pela conquista.
Reparei que meu corpo não apresentou maiores reclamações durante a prova, apesar de minhas pernas parecerem que iam pegar fogo, algo que me leva a crer que posso chegar aos 10km em seguida.
 




OBS: da próxima vez vou tirar mais fotos dos pontos que elenquei para exemplificar melhor. Algumas fotos podem ser encontradas na página do Facebook da Iguana Sports