quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Relato das férias – Parte 1

Há quase quatro anos o dia 23 de janeiro começou a ser pra lá de especial para mim, pois minha noiva faz aniversário neste dia. E este foi o dia de nossa viagem para Itapema em Santa Catarina, local onde está morando o tio avô da Ana. Não é a primeira vez que ficamos lá, mas esta foi mais especial, pois foram 16 dias muito agradáveis.

Algumas coisas que aconteceram lá vou relatar aqui, mas hoje vou dar ênfase a uma pessoa, digo um personagem que conhecemos nas areias de Itapema.

Seu nome é Erivaldo e ganha a via há 20 anos vendendo castanha de caju pelas praias deste Brasil. Ele contruiu a sua vida vendendo esta iguaria, que nos mercados custa muito caro, e ele vende a R$ 5,00 um saco com 350 gramas caminhando pelas areias quentes. Juntamente com mais uns 15 trabalhadores eles fazem a encomenda direto do Ceará e uma carreta a entrega diretamente na casa alugada para a temporada de 4 meses.


O trabalho é grande, pois são horas de baixo de um sol escaldante carregando 15 quilos de castanha nos ombros, mas como ele disse, eles vêm pra sul para buscar um certo conforto. Mas o pior de tudo desta história é a distância da família, pois estes trabalhadores ficam nove meses fora de casa desbravando as praias deste país, e com certeza a saudade aperta. Também há o lado bom, pois são três meses de férias onde ele, principalmente, curte a sua terra natal (Aracajú / SE) e as demais praias do nordeste com toda a paixão e sem se preocupar com dinheiro.
Poderia escrever muito mais palavras sobre este homem e sua história, algumas hilariantes, mas o que senti quando a conversa foi desenrolando tentei descrever aqui, pois muitas vezes reclamamos dos nossos problemas, que não temos dinheiro pra isso, que não tenho tempo pra isso, que não consigo o emprego tal... emprego, realmente é difícil de arrumar, mas trabalho há muito, e as vezes algo que no começo não parece ser promissor, com o passar do tempo acaba sendo. A real é que tudo na vida requer esforço e trabalho, e isso está servindo pra a mim para que eu reavalie algumas questões e decisões que es estou tomando.

Muito prazer Erivaldo, e se Deus quiser ano que vem nos encontramos novamente.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

De volta...

Após muitos dias afastado deste Blog, estou de volta!!!

Tirei 15 dias de férias ba bela Itapema em Santa Catarina, que vão render algumas postagens; e na minha volta ao trabalho, precisamente dia 10 de fevereiro deparei-me com o meu computador sem funcionar, e o pior que ele “derrubava” todos os outros que estavam em rede aqui no trampo.

Passei uma semana “alugando” os outros terminais dos colegas e o técnico mexendo, e mexendo, sem encontrar a devida solução; na real ele não encontrou ainda, mas trocaram o gabinete para mim.

Bom, posso voltar a trabalhar e a postar no Blog também... hehehehe

Como diz meu chefe: - A informática é muito boa quando ela funciona!!!

É amigo!!!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Vestibular da UFRGS

É amigos, meu PC deu pau e não pude compartilhar com vocês por estes dias, mas aí vai!!!

Sabe quando os pais te dão a bronca do estudo? Aquela que te mandam estudar para ser alguém na vida e dão o exemplo deles e tal... Sim, como todos, eu já levei essa bronca e tenho seguido este conselho; tento também passá-lo para os mais novos.

Pois bem, na última sexta-feira eu e eminha família tivemos uma grande alegria, pois meu irmão Gabriel, vulgo Porcineti passou no vestibular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) para o curso de história.

Fui o primeiro a dar a notícia a eles.

Valeu todo o esforço do guri que ficava até altas horas estudando e as vezes dormia no sofá...
Acredito que ano passado ele ficou muito frustrado com o desempenho dele, pois a namorada e minha prima passaram, e ele ficou; mas tudo é crescimento e aprendizado.
O método que ele desenvolveu permitiu que ele não se privasse das coisas que ele gostava, como ir ao Beira-Rio ver o Colorado, ir ao cinema, jogar uma pelada...

É máxima das escolas da administração acadêmica: organização e método.

Fotinho da faixa colocada lá em casa abaixo:

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Falta de informação aos clientes gera reclamações...

Sábado rolou a formatura do Cenora (sim, Cenora e não Cenoura) na PUC; cerimônia bonita, rápida sem aquelas chatices e blá-blá-blás corriqueiros, agora ele é Bacharel em Direito.
Na saída do estacionamento tivemos um problema, pagamos o valor do estacionamento coberto, mas estávamos no estacionamento descoberto, e na saída da cancela ficamos impedidos pois pagamos o valor “errado”.
Pagamos a mais, sairíamos perdendo, mas só queríamos sair do estacionamento para ir à recepção.
Tivemos que voltar até o guichê para pagar o valor do estacionamento descoberto e finalmente conseguimos sair, após é claro de muita reclamação e pedidos de explicações:

- Em nenhum momento dentro do estacionamento tinha alguma placa informando a saída correta e o valor da mesma.

- A passagem do descoberto para o coberto estava bloqueada (resolveria fácil o nosso problema).

- O cartão de acesso era de um amigo nosso que estava no carro, que é estudante da universidade, e o valor do estacionamento coberto ficou creditado para ele quando ele for usar. Mas se eu sou um visitante e nunca mais voltar a PUC; eles não devolvem o dinheiro.

Provavelmente os estacionamentos da universidade são administrados por terceiros, mas custava facilitar para os clientes?

Só não conseguimos fazer uma reclamação formal, pois não tinha essa opção; este é o jeito de as empresas manterem o seu serviço de má qualidade, mas cabe a nós publicarmos esses serviços e ficarmos de olho no que é prestado a nós.

Habilitação IX e X

Seguindo na longa jornada até a carteira de habilitação, posto sobre a aula de segunda e terça-feira.

Segunda a aula foi dentro do Parque do Harmonia, onde a passagem das marchas foi a lição principal. Sem problemas. Ah, consegui a façanha de quebrar a alavanca que abre e fecha o vidro do carro... e laia!

Hoje já fui pra rua. No horário da aula, sete da manhã, não tem muito movimento e deu pra desenvolver melhor a noção de espaço, para na sinaleira, trocar as marchas no tempo certo e a questão da velocidade; o legal é que levei o carro até a auto-escola.

Amanhã acho que a banda será maior, tomara.