quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Propaganda Eleitoral

Ontem começou a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. A maioria da população não gosta de assistir e nem de ouvir os candidatos explanarem as suas propostas, mas confesso que é um dos meus programas favoritos, pois não sou filiado/simpatizante de nenhum partido político e gosto de saber o plano político dos candidatos; se bem que estou perdendo o “tesão” pela política, pois tudo continua na mesma @#*$&.

Voltando a propaganda eleitoral, percebi algo inusitado para muitos, mas é uma ação de marketing político; pois associar a imagem de uma pessoa à outra é muito comum neste meio. O mesmo tom de voz, mesmo tipo de corte e cor de cabelo, mesmo desenho de barba, enfim o candidato procura algum trejeito para passar uma imagem de confiança ao eleitor.
Nos cartazes colados nas ruas de Porto Alegre percebe-se que várias candidatas, seja para prefeita ou vereadora, adotaram o mesmo corte e mesma cor de suas madeixas. Não sei dizer quem se inspirou em quem ou se está na moda tal corte, mas que é engraçado é.


Agora falando das “bizarrices eleitorais”.

Com certeza aparecerá algum candidato que quer se eleger por motivos de interesses pessoais, ou aquele cara que é conhecido no bar da esquina e acha que pode se eleger e que é fácil cumprir efetivamente o mandato.

Vou procurar na internet e postar aqui estes candidatos digamos “engraçados”. Lembro-me de um candidato (famoso) na eleição passada concorrendo por São Paulo chamado Samuel Silva; veja e reflita.

Samuel Silva, Samuel Silva, Samuel Silva...

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Hoje olhando o jogo do Brasil vi que o meu grau de daltonismo é relativamente grande.
Eu explico. Em certos momentos do jogo a camisa da argentina (figura) parecia ser da cor verde, e quando a televisão dava closes, ela voltava a cor original, azul celeste. Eu e meus colegas de serviço, inclusive o chefe, começamos a discutir qual era a cor verdadeira. Alguns acharam que era verde, e outros, azul. Cogitei a possibilidade de ser algo na TV, mudamos algumas configurações, e a camisa continuou como antes, “bicolor”.

Conclusão: sou daltônico (para algumas cores... hehehe).

Sempre tive dificuldade de distinguir algumas cores, pois para mim, as cores são básicas; ou é azul, vermelho, preto, verde, amarelo, etc. Para que inventar o lilás, o rosa choque, o verde oliva, o amarelo queimado, enfim, só para complicar a vida de quem tem daltonismo.

É brabo.



quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Falta de informação

Na quinta-feira da semana passada Porto Alegre recebeu a trupe de teatro O Teatro Mágico.
Este é um grupo que mistura teatro, música, figurino, iluminação, enfim, algo não muito novo, mas muito bom e interessante.
Conheci-os através do meu amigo Otávio (Zazú), e pirei quando escutei as músicas; não sei explicar o que me chamou atenção e do que eu gostei mais, mas posso dizer, novamente, que os caras são demais.
Agora eles estão lançaram o segundo CD, e se estruturaram mais para atender ao seu público.

Bom, a razão do título da postagem, é que eu PERDI o show, pois fiquei sabendo do mesmo no fim de tarde do dia do espetáculo; pura falta de informação minha, putz...

Agora é esperar o próximo espetáculo!!!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Rio 2016


No mês de junho a candidatura do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2016 teve um grande avanço, pois ela foi escolhida entre as quatro finalistas, e o comitê olímpico brasileiro já está fazendo um lobby gigantesco para angariar votos para a candidatura brasileira ser “A” escolhida.
Eis as cidades candidatas: Chicago (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Madri (Espanha).

Convenhamos, nosso país não tem condições nenhuma de realizar um evento desta magnitude; capacidade técnica e vontade política nós temos, mas é só.
O evento olímpico não é que nem os jogos pan-americanos, é algo trezentos e cinqüenta e oito vezes maior do que foi realizado, pois não se pode ter nenhum tipo atraso de nas obras, as instalações tem de ser de primeiro mundo.
Nosso povo tem de estar certo de que isso mexerá com a vida de cada habitante deste país. Já imagino o quanto de dinheiro será desviado nestas obras, quantas pessoas enriquecerão do dia para a noite a nossas custas, o quanto os impostos aumentarão.

Sou totalmente contra qualquer candidatura de cidades brasileiras a estes tipos de eventos, falo também da copa do mundo.

Nosso país precisa de investimentos e realizações nas áreas necessitadas como: educação, saúde, esporte, saneamento básico, habitação... e não de um evento que mostrará o quanto somos incapazes de resolver nossos problemas internos “maquiando” nossos “defeitos” assim como faz a China.


Um exemplo de um país onde é possível ser realizado uma Olimpíada é o Qatar, que já se prepara para a candidatura a 2020.
Este vídeo foi feito para a pré-candidatura de 2016 segundo blog o sobre Marketing Esportivo de Fernando Trein

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Saudosismo do passado

Tenho apenas 23 anos, mas muitas coisas do meu tempo de criança eu tenho saudades.
Lembro-me que eu e meus amigos jogávamos o Jogo da Vida nos dias de chuva na garagem da casa do Cenora, Guliver, futebol de botão (panelinha) na área de minha casa, brincávamos com Playmobil e montávamos estádios de futebol com Lego; enfim era uma época em que eu queria crescer e ter responsabilidades, mas não sabia o quanto era bom a vida ociosa.

Falando sobre a Playmobil, que ficou de fora do mercado brasileiro por alguns anos, pensei que a fábrica tinha falido, mas foi com alegria que li que tinha acabado o licenciamento da Calesita e a mesma não tinha interesse em renová-lo, e em 2006 a empresa Sanny Brinquedos retomou a comercialização desta marca.

O Lego continua no mercado brasileiro, mas mudou o tipo de produto a ser vendido; não encontrei mais no mercado a caixa com várias unidades do mesmo, onde eu e meus amigos montávamos vários formatos de brinquedos. Agora, eles já vêm prontos, tu compras um barco ou um carro de bombeiros; não se pode mais usar a criatividade.
Uma imagem da galerinha montando Lego lá na minha casa
Saudade daquele tempo.